Jornalistas da revista National Geographic viajavam por Fortuna Bay, uma ilha da Geórgia do Sul, território britânico que fica na ligação entre a América do Sul e a Antártida, quando encontraram um pinguim negro. O animal é raro – apenas um em cada um milhão – tem essa característica devido a uma anomalia genética chamada melanismo, que o faz perder o controle sobre seu padrão de pigmentação.
O defeito genético não é tão incomum em outros tipos de animais como esquilos. Muitos deles podem ser vistos na região americana de Washington.
Não há grandes estudos sobre o pinguim negro, principalmente porque ele é difícil de ser encontrado, mas sabe-se que sua vida é igual ao dos pinguins comuns, com a desvantagem de ser mais facilmente reconhecido pelos predadores.
A fotografia feita por Andrew Evans, editor da revista, é mostra um animal da espécie pinguim-imperador, a maior e uma das mais sociáveis que existem.

Foto: Andrew Evans/National Geographic/Reprodução