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publicado em 03/02/2013 às 00h01:

R7 Testou: Kobo touch

Leve e com recursos, ele pode ser considerado o melhor leitor de livros disponível no Brasil

Tiago Alcantara, do R7


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George R.R. Martin não tem dó dos seus leitores (nem dos Stark). Qualquer um que já leu ou se deparou com os volumes de As Crônicas de Gelo e Fogo, certamente já reparou em como os volumes são pesados. Os volumes da série têm, em média, 1 kg, nas edições normais.

Com um e-reader, todos os volumes do escritor americano e mais vários outros têm todos juntos o mesmo peso: apenas 185 gramas, no Kobo touch. Leve e cheio de recursos, o aparelho (ao lado do seu "irmão" Kobo Glo)  pode ser considerado o melhor leitor de livros disponível no Brasil.

Vamos dar uma olhada mais de perto no aparelho, que começou a ser vendido em novembro pela Livraria Cultura por aqui.

Por dentro do Kobo

O design do aparelho foi bem trabalhado pela Kobo: ele é bastante bonito e dá para dizer sem arriscar que é um gadget elegante. A sua traseira tem detalhes que o fazem parecer acolchoado e até mesmo a textura do seu corpo é diferente na hora de pegar o e-reader.

Mesmo quem ama o cheirinho de livro impresso tem que admitir que aparelhos como o Kobo são o futuro. Em questão de dois toques é possível marcar um trecho legal e compartilhar com os amigos nas redes sociais. Tudo sem atrapalhar a leitura e de forma bastante intuitiva. Na verdade, é comum ler relatos na rede de consumidores que estão lendo mais, em função do e-reader.

Formatos interessantes e mais livros

Dois diferenciais fazem o Kobo ir além de seu concorrente mais conhecido, o Kindle. O primeiro deles é que o device suporta uma série de formatos interessantes, como o EPUB - praticamente a extensão padrão dos e-books no Brasil. Há ainda o suporte para arquivos conhecidos pelos fãs de quadrinhos: CBZ e CBR.

Em entrevista exclusiva ao R7, o CEO da Livraria Cultura, Sérgio Herz falou sobre este diferencial:

— Quando você compra um livro ele é teu. Se você compra um livro na Amazon [empresa que usa DRM no seu Kindle] e muda para o Kobo, você o perde. É basicamente isso: não prender o usuário. Você compra um livro comigo e não pode ler onde quiser. Isso é justo?

O Kobo pode ter sua memória expandida via cartão SD de até 32 GB, que equivale a aproximadamente 30 mil livros no aparelho. É bem capaz de você ter mais obras no seu aparelho do que muita biblioteca por aí...

Liberdade e funções sociais

Apesar de não ser obrigatório, os usuários podem adicionar livros pelo programa oficial da Kobo, para manter sincronizados os volumes do aparelho e do PC.

O aparelho também propõem o recurso Reading Life, que é uma espécie de rede social com diário de leitura. A ideia é daquelas que parece bem legal de cara, mas é pouco cativante no dia a dia.

Vale alertar que, como todo leitor digital, não dá para comparar com um tablet do tipo iPad e concorrentes. São mundos diferentes. Por isso, apesar de ser um aparelho com interface de toque, a resposta e a navegação são ligeiramente diferentes. Nada para ficar assustado, em pouco tempo, você entende e curte a interface.

readers

Guerra dos e-books

É inevitável comparar os aparelhos disponíveis no mercado. Mas, justiça há de ser feita, o Kindle oferecido no País não é páreo para o Kobo. Até porque ele compete (em pé de igualdade) com outro aparelho vendido pela Livraria Cultura, o Kobo mini.

A diferença no preço de livros entre um aparelho e outro é praticamente nenhuma. Pelo levantamento realizado pelo R7, em poucos casos alguns livros são até R$ 2 mais caro em uma loja do que na outra. Nada que vá prejudicar leitores digitais de um lado ou de outro.

Vendido por R$ 399 pela internet e nas lojas da Livraria Cultura, o Kobo é uma ótima pedida para quem está disposto a abraçar o formato digital 100%. E também para quem está procurando por mais um canal de consumo de livros.

Leve, eficiente e, finalmente, com um bom punhado de títulos disponíveis, dá para dizer que o Kobo touch é satisfaz da primeira à última página.

 
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