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publicado em 22/05/2013 às 00h01:

R7 Testou: Motorola Razr D1

Smartphone tem recursos para não te deixar na mão e preço camarada

Tiago Alcantara, do R7


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Numa comparação hipotética entre o mercado de celulares espertos e o imobiliário, o Razr D1 está longe de ser uma cara cobertura no Leblon (como um iPhone 5 e o Galaxy S4). Nessa (fantasiosa) situação, o smartphone da Motorola estaria mais próximo de uma quitinete bem localizado – ele é bastante prático e também um tanto apertado.

Acompanhe a visita que o R7 fez ao D1 e entenda o porquê o aparelho fica entre a funcionalidade e claustrofobia para seus usuários.

Por dentro do “apertado” Razr D1

O Razr D1 foi projetado para ser um dos celulares de entrada da Motorola. Isso significa que é esperada uma configuração mais modesta para o aparelho em relação aos seus irmãos Razr D3 e Razr i. Para começar, a tela do aparelho possui 3,5 polegadas (com 320 x 480 de resolução), processador de um núcleo com 1GHz, 1GB de RAM e 4GB de armazenamento (expansíveis com microSD).

Equipado com uma câmera de 5 megapixels, o telefone é capaz de tirar fotos HDR e conta com sensor retroiluminado – mas não tem flash. O Razr D1 chega aos consumidores com o Android Jelly Bean 4.1 embarcado. Entretanto, a Motorola promete um upgrade para a versão 4.2 do sistema do Google em breve.

A construção é leve, pesando apenas 110 gramas e segue o mesmo design funcional e robusto que é marca registrada da linha. Até aqui, tudo prático, funcional e sem exageros.

Os problemas começam pela tela...

Pode parecer exagero – até alguns dias atrás a tela do iPhone também tinha 3,5 polegadas – mas a tela do Razr D1 é certamente um de seus pontos fracos. A combinação de baixa resolução com uma tela “pequena” fazem com que o display capacitivo seja apertado e claustrofóbico em certos momentos.

razr

Esbarrar no botão home enquanto está tentando apenas apertar a barra de espaço durante a digitação é um problema corriqueiro, por exemplo. A resolução de 320 X 480 pixels (165 PPI) também deixa a desejar. Pode fazer com que o visual de alguns aplicativos, jogos e até widgets – como o “Círculos” da própria Motorola – apareçam com alguns indesejados serrilhadose pouca nitidez.

Mesmo usando o Google Chrome, navegar em sites com bastante conteúdo na versão web também não é muito agradável. Principalmente se você precisar digital algo. Quando é chamado, o teclado virtual te deixa apenas uma minúscula faixa de visualização. A dica é se manter nas versões mobile de portais de notícia, por exemplo.

Vídeos no formato widescreen também ficam restritos a um pedaço mínimo da já pequena tela de 3,5 polegadas.

Bons recursos e preço camarada

Há de se fazer a ressalva de alguns aplicativos que funcionam bastante bem no Razr D1, como o Google Maps, por exemplo. O aparelho também tem conectividade bluetooth 4.0 e WiFi 802.11 e o NFC não parece fazer falta. Complementando a lista de recursos, o celular também conta com GPS e rádio FM.

Apresentado em março pelo valor de R$ 549, o celular teve seu preço beneficiado pela redução de impostos concedida pelo governo. Isso faz com que o Razr D1 desbloqueado chegue ao mercado custando R$ 549, na versão com dois chips e TV integrada. O aparelho ainda está disponível em versões dual-chip sem TV (R$ 499 na TIM), single-chip sem TV (R$ 499) e single-chip com TV (preço em negociação).

O preço menor não reflete uma configuração ruim. Pelo contrário, o aparelho não deve deixar seus consumidores na mão no quesito desempenho. Apesar de algumas engasgadas, típicas do uso de vários aplicativos ao mesmo tempo, o sistema flui. A bateria é outro ponto positivo, pois promete e entrega um dia inteiro de uso intenso.

Se você não faz questão da TV e pode desembolsar um pouco mais, a dica é dar uma olhada no Razr D3 ou até mesmo no Razr i. Por outro lado, se você acha absurdo pagar mais do que R$ 500 em um smartphone, o Razr D1 é certamente uma opção a considerar.

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