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publicado em 04/12/2013 às 13h11:

Recife terá aceleradora de startups

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Recife terá aceleradora de startups Por Ligia Aguilhar Recife, 04 (AE) - O Porto Digital, parque tecnológico do Recife (PE), começa a operar no início de 2014 sua própria aceleradora de startups. A Jump Brasil foi desenvolvida em parceria com o Grupo Jereissati, dono de participações em empresas como o Iguatemi Shopping, e o Instituto Talento Brasil, criado por um grupo de empresários para fazer projetos de desenvolvimento para o País. Nos próximos cinco anos serão investidos R$ 35 milhões na estrutura da aceleradora e compra de participação acionária nas startups selecionadas. O primeiro edital da aceleradora será lançado em janeiro, com a primeira turma de aceleração prevista para começar até abril. O projeto era previsto inicialmente para o começo deste ano, mas atrasou para sair do papel por causa de dificuldades com a documentação do imóvel que vai abrigar o empreendimento, dentro do Porto Digital. O primeiro edital selecionará cinco empresas para participarem do processo de aceleração, que vai durar cerca de quatro meses. Cada uma receberá um aporte inicial entre R$ 35 mil e R$ 50 mil em troca de participação da aceleradora no negócio. Essas empresas também receberão apoio para gestão e desenvolvimento do negócio. Após a turma inicial de teste, a meta é acelerar dois grupos de dez startups por ano. Francisco Saboya, presidente do Porto Digital, parque tecnológico que reúne 230 empresas com faturamento anual de cerca de R$ 1 bilhão, diz que a Jump Brasil vai colaborar para diminuir a dificuldade de acesso a recursos das empresas do polo. "Nós precisamos dessa conexão, porque a indústria de capital de risco para startups de tecnologia é recente e está concentrada na região Sudeste. A Jump Brasil será a primeira aceleradora do estado", diz. As aceleradoras de empresas se consolidaram no Brasil nos últimos dois anos, junto com o crescimento do número de startups que seguem o modelo das empresas de garagem, promovido pelo Vale do Silício desde o final da década de 1970, e que deu origem a grandes negócios como Google e Apple. Em troca de participação acionária, as aceleradoras oferecem apoio para tornar o negócio escalonável no menor tempo possível. SELEÇÃO A diferença da Jump Brasil para outras aceleradoras é não ter caráter totalmente privado, já que o Porto Digital é uma instituição sem fins lucrativos. "Ficamos no meio termo, porque temos a participação do Estado e da Universidade de Pernambuco", diz o presidente do Instituto Talento Brasil, Antônio Machado. "Nossa intenção é promover de fato um núcleo de desenvolvimento de empresas no Nordeste", explica. Poderão participar do processo seletivo da Jump Brasil startups de qualquer região do País. Os critérios de seleção serão especificados no edital a ser lançado no ano que vem, mas o principal foco será em negócios com alto potencial de crescimento no curto espaço de tempo. "Acreditamos que a mistura de perfis diferentes de pessoas e negócios tem efeito estimulante", diz Saboya. Após a consolidação do negócio, a meta é criar filiais da Jump Brasil em pelo menos mais dois estados do Nordeste. Os envolvidos não descartam também participar do processo de seleção de aceleradoras do programa Start-Up Brasil, lançado este ano pelo governo federal para oferecer apoio financeiro e estratégico para startups. No edital lançado este ano, o Start-Up Brasil selecionou nove aceleradoras, todas com sede no sudeste do País, o que reflete a escassez de instituições com esse perfil fora do eixo Rio-São Paulo. "O investidor brasileiro ainda é bastante conservador e só recentemente tem experimentado investimento em negócios de risco, como empresas de tecnologia. Queremos mitigar esse problema", diz Saboya. PARA ENTENDER O que faz uma aceleradora Diferentemente das incubadoras, geralmente financiadas pelo governo e com foco em negócios de base científica e tecnológica nascidos dentro das universidades, as aceleradoras de startups são financiadas com capital privado e apostam em empresas do mercado com alto potencial de crescimento. Além de oferecer treinamento, capacitação e networking (contatos) aos empreendedores, as aceleradoras investem dinheiro nas empresas - em média, até R$ 100 mil - em troca de participação acionária. Ao fim do processo, as startups vão ao mercado em busca de uma nova rodada de investimento.
 
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