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publicado em 08/10/2009 às 06h00:

Ter celular pré-pago nem sempre significa economia

Escolher um plano de celular que não atenda às necessidades do consumidor faz com que ele gaste mais

Felipe Maia, do R7

Ter um celular pré-pago, carregado com créditos de tempos em tempos, dá a impressão de economia e controle sobre os gastos com o telefone, mas, dependendo do perfil do usuário, a conta sai mais cara do que ter um plano com pagamentos mensais – o preço por minuto pode sair quatro vezes maior.

Por isso, especialistas recomendam que os consumidores gastem um tempo no processo de escolha do tipo de conta do celular, o que ficou mais difícil com a proliferação dos smartphones (celulares que permitem o acesso à internet).

Se o usuário já usar um celular com conta, o primeiro passo é olhar as faturas e analisar quantos minutos, em média, são usados para conversas por mês. Para Vinícius Caetano, analista de telecomunicações da consultoria IDC, o "principal pecado" cometido pelos usuários é escolher um plano menor que o necessário, na tentativa de economizar.

– Quando o usuário escolhe um plano muito menor do que ele efetivamente usa, acaba pagando mais para falar o mesmo número de minutos. E também vai pagar mais pelos minutos adicionais que tiver de usar quando estourar o limite. Além disso, perde benefícios como um pacote maior de mensagens SMS ou subsídios para compra de aparelhos mais avançados.

Isso é importante porque, em geral, quanto mais cara a franquia, menor o valor cobrado por minuto de ligação. Também vale a pena ver se a maior parte das ligações é feita para telefones fixos ou celulares  – e de que operadoras. Isso porque o valor das chamadas para clientes de uma mesma empresa costuma ser bem menor, então sai mais em conta contratar a mesma operadora das pessoas com quem você mais fala.

Direito de escolha

Estela Guerrini, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), diz que usuários novos devem escolher planos mais baratos, até que eles tenham dados para identificar qual é o seu perfil. Ela afirma que os consumidores podem migrar de uma franquia para outra a qualquer momento, independente do valor, sem pagar por isso.



– Se a empresa se recusar, recomendamos que o cliente faça uma solicitação por escrito, avisando que vai tomar as medidas cabíveis em um prazo de dez dias. Caso não obtenha resposta, ele deve procurar um órgão de defesa do consumidor.

Na hora de assinar o contrato, o cliente deve verificar se a operadora não está exigindo um período de fidelização se o usuário quiser quebrar o acordo, terá de pagar uma multa. Pelas regras da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a empresa pode exigir fidelidade por no máximo 12 meses, se oferecer algum tipo de benefício significativo, como desconto na compra do aparelho ou abatimento no valor das mensalidades.

 
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