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publicado em 19/06/2013 às 13h34:

Terceiro setor busca expansão online com domínios .ong e .ngo

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Terceiro setor busca expansão online com domínios .ong e .ngo Por Anna Carolina Papp São Paulo, 19 (AE) - A internet está prestes a passar pela maior expansão de domínios desde sua criação. Entre este ano e o próximo, serão lançados mais de 1,4 mil novos sufixos pela Corporação para a Atribuição de Nomes e Números na Internet (Iccann, na sigla em inglês). Além dos já conhecidos .com, .net e .br, as pessoas passarão a usar também .book, .eco, .sport. e uma série de outras terminações. A Public Interest Registry (PIR), gestora do domínio .org, aproveitou a mudança para registrar os domínios .ong/.ngo, que estarão disponíveis em 2014, a fim de dar às organizações não governamentais uma presença mais segura na rede. "Ao saber da expansão, pensamos: se novas terminações vão surgir e se somos os advogados das organizações sem fins lucrativos, como essa comunidade poderia se beneficiar dessa mudança na rede?", disse Nancy Gofus, que dirige a PIR desde janeiro de 2012, em visita ao Brasil na semana passada. O domínio .org completou 28 anos em janeiro e é administrado pela PIR desde 2003. Há mais de 10 milhões de sites que usam o sufixo - 39 mil no Brasil -, entre eles, a enciclopédia online Wikipédia e o site de classificados Craiglist. Boa parte de organizações do terceiro setor enfrenta o obstáculo de provar sua legitimidade na internet, principalmente no caso de transações financeiras. Segundo pesquisa da PIR realizada em maio deste ano, duas a cada três pessoas se sentem mais encorajadas a fazer doações quando o site tem um domínio credenciado. A partir das questões, a PIR decidiu destinar os domínios .ong/ngo apenas a organizações não governamentais. Para obter os domínios, haverá uma avaliação para atestar que a organização não tem fins lucrativos, é independente e legal. Além disso, as organizações cadastradas serão reunidas em um portal. Nele, o usuário poderá fazer buscas por nome, país, região, ou causa defendida - como combate à fome, construção de casas, geração de empregos, entre outros. "Queremos construir um diretório global de ONGs, que atualmente não existe", disse Nancy. REDES SOCIAIS Apesar do recente uso de mídias sociais em campanhas, as entidades ainda precisam de um site estruturado para obter doações. Recentemente, a regional sueca da Unicef ironizou o "ativismo de sofá" em um vídeo que pedia doações para a compra de vacinas contra a poliomielite. "A geração mais nova está interessada em assuntos globais, querem resolver problemas fora de seus países. As ONGs precisam explorar isso", disse Nancy.
 
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