11 de Fevereiro de 2012
No final de 2009, o Ministério da Educação teve que adiar o exame por dois meses
O vazamento do Enem, no final do ano passado, acabou fazendo com que o MEC (Ministério da Educação) adiasse a prova por dois meses. Vários órgãos de impressa foram procurados pelos suspeitos.
As próximas audiências serão nos dias 22 e 23 de setembro. Mais duas testemunhas serão ouvidas e por último, os réus. O caso corre em segredo de justiça.
Entenda o caso
A Justiça Federal aceitou no final do ano passado a denúncia por violação de sigilo funcional e corrupção passiva contra os cinco acusados de vazar a prova do Enem. Foi rejeitada, porém, a acusação de peculato - furto praticado por servidor público cuja pena varia de dois a 12 anos.
Caso os acusados sejam condenados, a pena por violação de sigilo funcional varia de dois a seis anos de prisão. Já a de corrupção passiva, de dois a 12 anos. Felipe Pradella também está sendo processado por extorsão (quatro a dez anos de detenção).
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