Bahia Empresa aérea é condenada a pagar mais de R$ 300 mil a baiano por danos morais

Empresa aérea é condenada a pagar mais de R$ 300 mil a baiano por danos morais

Baiano foi barrado por funcionária que alegou que a vítima não era dona do passaporte 

A funcionária disse que a empresa não se responsabilizaria por embarque de criminosos, segundo a vítima

A funcionária disse que a empresa não se responsabilizaria por embarque de criminosos, segundo a vítima

Osmar Ribeiro/Falabarreiras.com.

Um homem natural do município de Barreiras, oeste da Bahia, ganhou em primeira instância uma causa que movia contra a empresa TAM Linhas Aéreas, por danos morais. Em entrevista ao R7 BA, Lucyhelton Carlos dos Anjos Costa informou que foi barrado por uma funcionária da empresa que alegou que a vítima não era dona do passaporte apresentado.

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De acordo com informações de Lucyhelton, ele tentava embarcar do Aeroporto Internacional de Guarulhos com destino a Miami, nos Estados Unidos. Quando se dirigiu ao balcão de atendimento para realizar o check-in, ele foi surpreendido por uma funcionária que reteve o passaporte e, segundo a vítima, bradou dizendo que o documento era falso e que a foto não era dele. O homem foi encaminhado para a PF (Polícia Federal) para esclarecer o fato. Ainda segundo ele, a funcionária disse que a empresa não se responsabilizaria por embarque de criminosos.

— Sofri esta descriminação em meu próprio País, isso não pode ficar impune.

Para Lucyhelton, o fato de ser nordestino colaborou para que a funcionária o tratasse de forma discriminatória. O processo se estende na Justiça há 14 anos. No dia 9 de março, a TAM foi intimada a pagar a importância de R$ 332,031. A empresa terá que efetuar o pagamento no prazo de 15 dias. Com a quantia que irá receber, Lucyhelton irá tirar alguns dias de férias, e a outra parte irá investir em sua empresa de peças e acessórios.

Em nota, a TAM informou à reportagem que se manifestará nos autos do processo.

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