Julgamento do mensalão

Brasil A rádio, pai de Pizzolato lamenta situação do filho: “Só tristeza”

A rádio, pai de Pizzolato lamenta situação do filho: “Só tristeza”

Em entrevista, Pedro Pizzolato diz que há três ou quatro meses que não fala com o filho foragido

Pizzolato pegou 12 anos e sete meses de prisão pelo mensalão

Pizzolato pegou 12 anos e sete meses de prisão pelo mensalão

Estadão Conteúdo

Ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato é o único dos 12 condenados no julgamento do mensalão com ordem de prisão expedida que não se apresentou à Polícia Federal. Neste domingo (17), o pai de Pizzolato lamentou a situação do filho, que está foragido na Itália.

Pedro Pizzolato, de 85 anos, disse, em entrevista à rádio Bandnews, que está triste pelo filho, mas “tranquilo por saber que ele está vivo”.

— Só tristeza. O filho que me visitava duas vezes por ano e, há quase dois anos, não me visita mais.

O pai de Pizzolato, que mora em Santa Catarina, disse que não conversa com o filho há pelo menos três meses e que costumava acompanhar mais de perto a situação do filho “no tempo do julgamento” do mensalão. Filho de italiano, Pedro diz que “ele [Henrique Pizzolato] que sabe o que fez”.

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O ex-diretor do Banco do Brasil teria deixado o Brasil há 45 dias, rumo ao Paraguai. De lá, Pizzolato, que estava proibido de deixar o País e tinha entregado o passaporte a pedido do STF (Supremo Tribunal Federal), conseguiu ir para a Itália, onde pretende pleitear um novo julgamento.

Condenado a 12 anos e sete meses de prisão, Pizzolato será procurado pela Interpol. Segundo o delegado da Polícia Federal Marcelo Nogueira, uma foto doc ondenado foi enviada para todas as polícias do mundo em um sistema chamado de Difusão Vermelha.

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