China

Brasil China divulga nota sobre medidas que barraram carne brasileira

China divulga nota sobre medidas que barraram carne brasileira

Segundo embaixada chinesa, medidas são temporárias, como a que suspendeu no dia 1º, lotes de carne bovina enviados pela Minerva Foods 

  • Brasil | Do R7

Frigorífico brasileiro teve lotes de carne bovina suspensos  temporariamente

Frigorífico brasileiro teve lotes de carne bovina suspensos temporariamente

Divulgação

A Embaixada da China no Brasil divulgou nota nesta sexta-feira (9) sobre a suspensão da exportação de outro frigorífico brasileiro pelas autoridades aduaneiras chinesas. No dia 1º de outubro, lotes de carne bovina enviados pela unidade de Barretos (SP) da Minerva Foods tiveram a entrada no mercado chinês temporariamente suspensa.

A Administração Geral das Alfândegas da China informou que, em função da detecção de ácido nucleico do novo coronavírus em uma amostra de embalagem de carregamento de carne congelada e desossada, as autoridades aduaneiras decidiram suspender o recebimento da declaração de importação dos
produtos de carne dessa empresa por uma semana.

Segundo a Minerva Foods, após esse prazo, a empresa já retomou sua qualificação para exportar produtos para a China. Em julho, o novo coronavírus já havia sido detectado em embalagens de diferentes lotes de alimentos congelados de outros frigoríficos, segundo o governo chinês. 

A embaixada afirma que as medidas sanitárias que barraram carne importada de frigoríficos brasileiros por suspeita contaminação na embalagem por coronavírus são temporárias e não visam um país em particular. "As medidas não vão afetar a qualificação dos frigoríficos exportadores e tampouco terão um impacto substancial no comércio do agronegócio bilateral", declarou o governo chinês em nota.

A embaixada disse também que vai manter a comunicação com as autoridades competentes e empresas relacionadas do Brasil para tratar de eventuais problemas durante a pandemia. "Vamos trabalhar juntos para promover uma parceria de longo prazo no agronegócio."

Últimas