Brasil Em evento da Fiocruz, Bolsonaro anuncia Copa América no Brasil

Em evento da Fiocruz, Bolsonaro anuncia Copa América no Brasil

Anúncio foi feito durante assinatura do contrato de transferência tecnológica para a produção de IFA pela Fiocruz

  • Brasil | Do R7

O presidente Jair Bolsonaro, que anunciou a decisão de sediar o torneio

O presidente Jair Bolsonaro, que anunciou a decisão de sediar o torneio

Ueslei Marcelino/Reuters - 01.06.2021


O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil sediará a Copa América. Ele disse que já foram escolhidos os estados que vão receber os jogos. Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal já estão confirmados, além de um quinto outro estado não divulgado por ele porque se inscreveu com atraso.

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O anúncio foi feito durante a assinatura nesta terça-feira (1º) do contrato de transferência tecnológica para a produção pela Fiocruz do IFA (ingrediente farmacêutico ativo) da vacina da AstraZeneca no Brasil.

"Informo que fui procurado pela CBF com o anúncio de que a a seleção argentina de futebol não tinha condições de realizara a Copa América. Respondi então que, em poucas horas, daria uma resposta", disse Bolsonaro.

O presidente afirmou que se reuniu com os ministros, que apresentaram argumentos para a realização do torneio, como a primeria fase da Libertadores, que teve 80 jogos na América do Sul, e as eliminatórias da Copa do Mundo, no Equador, que começam esta semana. "Seguindo o mesmo protocolo, estamos com condições de realizar no Brasil", afirmou. 

Na segunda-feira (31), após reunião com Bolsonaro, o ministro-chefe da Casa Civil, Eduardo Ramos, disse que, caso fosse liberado, o evento não teria público, deveria reunir 10 times, com 65 pessoas de cada delegação vacinadas.

A competição, que inicialmente seria disputada em Colômbia e Argentina, e depois apenas na Argentina, chegou a ser cancelada por causa da pandemia de covid-19. Mas na segunda-feira (31) foi aunciado que seria no Brasil.

A Conmebol, que organiza o torneio, chegou a se manifestar agradecendo o presidente Jair Bolsonaro e a CBF por "abrir as portas do país ao que hoje em dia é o evento esportivo mais seguro do mundo". O fato de o Brasil ter aceitado receber a competição tem sido bastante criticado nas redes sociais.

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