Brasil Governo interino de Temer é aprovado por 36,2% dos brasileiros

Governo interino de Temer é aprovado por 36,2% dos brasileiros

Aprovação de Temer é maior entre homens da região Sul, segundo Instituto Paraná Pesquisas

  • Brasil | Mariana Londres, do R7, em Brasília

O governo Temer é aprovado por 36,2% dos brasileiros

O governo Temer é aprovado por 36,2% dos brasileiros

José Cruz/08.06.2016/Agência Brasil

O governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) é aprovado por 36,2% dos brasileiros, de acordo com levantamento do Instituto Paraná Pesquisas feito nesta semana. Os que desaprovam a gestão são 55,4% e 8,3% não souberam ou não responderam. A pesquisa foi feita na semana em que o governo interino completou um mês de gestão.

Na véspera de seu afastamento, a presidente Dilma Rousseff tinha 18% de aprovação, na última pesquisa do instituto feita no início de maio. Nos dois levantamentos anteriores, a aprovação de Dilma era ainda menor, 10,4% em junho de 2015 e 8,3% em agosto de 2015.

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A aprovação de Temer é maior entre os homens (38,7%), entre os mais escolarizados (37% ensino superior) e na região Sul (44,2%). A maior desaprovação acontece no Nordeste (64,7% desaprovam o governo interino), e entre as mulheres (59,1% desaprovam).

Na comparação com o governo Dilma, 28,9% dos brasileiros consideram o governo Temer melhor do que o Dilma. Já 48,8% acham que as duas administrações estão iguais, e 16,9% acham que o governo interino está pior. 

A maior parte dos brasileiros, 53,5% acham que o presidente interino Michel Temer vai concluir mandato. Já 40,3% acham que ele será afastado antes de terminar o governo interino e 6,2% não responderam. 

Corrupção

O instituto Paraná Pesquisas detectou que a perceção sobre a corrupção independe de quem ocupa o governo federal. 74,4% dos entrevistados disseram que a corrupção no governo Temer está igual ao do governo Dilma, 11,8% acham que a corrupção diminuiu e 9,6% acham que aumentou. 

84,1% dos entrevistados disseram ainda que ministros envolvidos na Lava Jato não deviam ter sido nomeados. 12.6% acham que eles podem continuar como ministros até que sejam condenados ou inocentados. 

O Instituto Paraná Pesquisas ouviu 2.004 pessoas em 162 municípios de todas as regiões brasileiras entre os dias 11 e 14 de junho. 

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