Novo Coronavírus

Brasil Governo vai comprar 330 milhões de seringas e agulhas para vacinação

Governo vai comprar 330 milhões de seringas e agulhas para vacinação

Equipamentos devem ser utilizados para atender o programa de vacinação da população contra a covid-19. Medida foi publicada no Diário Oficial

  • Brasil | Daniela Matos, da Record TV em Brasília

Governo vai comprar seringas e agulhas para vacinação

Governo vai comprar seringas e agulhas para vacinação

Carlos Osorio/Reuters - 14.12.2020

O governo abriu, nesta quarta-feira (16), licitação para a compra de 330 milhões de seringas e agulhas, que devem ser utilizadas para a vacinação da população brasileira contra a covid-19. As propostas devem ser entregues até o dia 29 de dezembro, às 9h. Informação consta no DOU (Diário Oficial da União).  

Leia mais: STF deve julgar nesta quarta ações sobre vacinação obrigatória

A falta de insumos necessários para aplicação da vacina, como agulhas, seringas e algodão, era um fator que ameaçava o plano de vacinação no Brasil. A demora em articular a compra desses insumos preocupava não só pela ameaça de faltarem equipamentos básicos para vacinação, mas também pelo possível encarecimento desses insumos com o aumento da demanda.

Vale lembrar que também nesta quarta-feira o Ministério da Saúde apresenta o plano de vacinação nacional contra a covid-19. A cerimônia contará com a presença do presidente Jair Bolsonaro. 

O evento ocorrerá no Palácio do Planalto e servirá para detalhar o documento enviado pelo Ministério da Saúde ao STF (Supremo Tribunal Federal) no último fim de semana.

A expectativa é imunizar cerca de 51 milhões de pessoas no período de quatro meses.

"O Ministério da Saúde estima que no período de doze meses concluirá a vacinação da população em geral, o que dependerá,  concomitantemente, do quantitativo de imunobiológico disponibilizado para uso, completando-se o plano de vacinação em um total de aproximadamente dezesseis meses."

Ainda de acordo com o ministério, qualquer plano só será concretizado após aprovação de uma vacina, seja pelo registro sanitário ou autorização de uso emergencial, pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

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