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Brasil Kit intubação: Brasil compra 4,5 milhões de remédios, diz Queiroga

Kit intubação: Brasil compra 4,5 milhões de remédios, diz Queiroga

Governo investiu 17 milhões de dólares nos produtos, que chegaram através de parceria com a embaixada dos EUA e a OPAS

  • Brasil | Gabriel Croquer, do R7

Medicamentos são fundamentais para tratamento de pacientes graves da covid-19

Medicamentos são fundamentais para tratamento de pacientes graves da covid-19

Adriano Machado/ REUTERS 06.05.2021

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (10) a compra de 4,5 milhões de medicamentos do chamado kit intubação, que chegarão ao Brasil por meio de parceria com a embaixada dos EUA e a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde). O investimento será de 17 milhões de dólares.

Já nesta terça-feira (11), mais de 850 mil itens chegarão, com novas remessas chegando nos próximos dias, segundo o ministério da Saúde. A compra faz parte de uma série de medidas adotadas pelo governo federal para evitar o colapso no sistema de saúde, depois da explosão da segunda onda da covid-19 em março e em abril. 

Além das compras, o governo também recorreu a doações de empresas privadas para garantir o atendimento aos hospitais. As ações foram anunciadas há cerca de um mês, no período em que diversos estados e associações de hospitais já relatavam estoques críticos dos medicamentos. 

Mesmo após a melhora da pandemia em maio, Queiroga afirmou que os cuidados ainda devem ser mantidos nas próximas semanas, ao anunciar a chegada dos medidamentos por meio de suas redes sociais. 

"Felizmente temos uma pressão menor no sistema de saúde, mas não é hora de relaxar. Precisamos vacinar nossa população e continuar firmemente no uso das medidas não farmacológicas como o uso das máscaras, o distanciamento entre as pessoas, a higiene das mãos", disse o ministro. 

Para prevenir a pressão nos hospitais nos próximos meses, o Ministério da Saúde quer formar um estoque regulador dos produtos do kit intubação, que teria produtos para o período de três meses, o que, nos cálculos internos feitos pelo governo no pico da pandemia, representa nove milhões de remédios.

Em trinta dias, a pasta deve comprar 13 milhões de frascos de medicamentos da indústria nacional, que já foram licitados. O ministério pretende ainda lançar em breve um novo pregão para a compra direta dos medicamentos com laboratórios nacionais e internacionais.

(Com informações da Agência Estado) 

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