Manifestantes defendem governo Dilma Rousseff no DF e nos 26 Estados do País

Principais atos ocorrem em frente ao Congresso, no DF, e na Praça da Sé, em SP

No DF, passeata que partiu do Mané Garrincha chega ao Congresso

No DF, passeata que partiu do Mané Garrincha chega ao Congresso

Estadão Conteúdo

Manifestantes fazem atos a favor da presidente Dilma Rousseff no Distrito Federal e em todos os 26 Estados do País. Os principais protestos ocorrem no Distrito Federal, em frente ao Congresso Nacional, e na Praça da Sé, em São Paulo.

Em Brasília (DF), o número de manifestantes chega a 50 mil, segundo estimativa da polícia. A organização do ato fala em 100 mil pessoas. O filho do ex-presidente João Goulart, João Vicente Goulart, participou da manifestação.

No Rio, ato reúne manifestantes no Largo da Carioca

No Rio, ato reúne manifestantes no Largo da Carioca

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Os manifestantes começam a se reunir em frente ao Congresso Nacional, após caminhada que teve início no estacionamento do Estádio Mané Garrincha. 

Ato em Porto Alegre pró-Dilma Rousseff

Ato em Porto Alegre pró-Dilma Rousseff

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O ato, organizado pela Frente Brasil Popular, composta por diversas entidades sindicais, movimentos sociais e partidos políticos. Os manifestantes levam cartazes com frases de apoio a Dilma e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra o que chamam de golpe.

Em São Paulo (SP), os manifestantes permanecem, desde as 16h, na Sé. A estimativa da organização é de 60 mil pessoas. O Datafolha contabilizou 40 mil manifestantes. Pelas contas da PM, o total de pessoas no ato foi 18 mil.

Quatro carros de som levam líderes de movimentos sociais e de sindicatos que se revezam nos discursos.

Entre os manifestantes, há balões e bandeiras de entidades, como a CUT (Central Única dos Trabalhadores), CBT (Central dos Trabalhadores do Brasil), da UJS (União da Juventude Socialista), da Central de Movimentos Populares, além de sindicatos de diversas categorias.

As pessoas carregam bandeiras e faixas com o nome de Dilma e com a hashtag #DilmaFica, além de mensagens contra o impeachment.

No Rio de Janeiro (RJ), o ato acontece no Largo da Carioca. Manifestantes exibem bandeiras e cartazes a favor da democracia. A estimativa dos organizadores é também de 50 mil pessoas. O cantor e compositor Chico Buarque discursou.

Em Maceió (AL), cerca de cinco mil manifestantes, segundo os organizadores da Frente Brasil Popular, participaram do ato. A Polícia Militar de Alagoas não acompanhou a manifestação. O grupo, formado por artistas alagoanos, representantes de folguedos populares, trabalhadores rurais sem-terra e sindicalistas, se concentrou na praça Montepio dos Artistas, no centro da cidade, diante da sede alagoana da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), que apoia a saída da Dilma Rousseff da Presidência.

Em Porto Alegre (RS), a organização estimou em 50 mil o número de participantes no protesto. Até o momento, a Brigada Militar fez apenas um balanço parcial, que estima em 8 mil o total de pessoas.

Os manifestantes se reúnem desde as 17h na Esquina Democrática, formada pelo cruzamento de duas ruas do centro da cidade. O local é um dos principais pontos de reunião popular de Porto Alegre, e foi palco de inúmeras manifestações políticas e culturais ao longo da história porto-alegrense.

À tarde, diversas lideranças sindicais e de movimentos sociais discursaram para a multidão defendendo a preservação do mandato da presidente Dilma Rousseff e condenando o processo de impeachment que tramita no Congresso Nacional.

O ministro do Trabalho, Miguel Rossetto, estava presente na manifestação. Pouco antes das 19 horas, ele postou uma foto no microblog Twitter com a mensagem "Chego para lutar pela democracia. Agora em POA!" e a hashtag "#BrasilContraoGolpe".

Em Salvador (BA), o ato começou no início da tarde, na região de Campo Grande. Em Fortaleza (CE), a concentração dos manifestantes ocorreu na Praça da Bandeira.

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