Brasil Moraes define fundo da Lava Jato para educação e Amazônia

Moraes define fundo da Lava Jato para educação e Amazônia

O acordo para uso dos valores depositados pela Petrobras prevê R$ 1,6 bilhão para educação e R$ 1,06  bilhão para prevenção e combate às queimadas

Área queimada em Santo Antônio do Matupi, no AM

Área queimada em Santo Antônio do Matupi, no AM

GABRIELA BILó/ ESTADÃO CONTEÚDO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, homologou nesta terça-feira (17) o acordo sobre os recursos do fundo da Lava Jato que serão alocados em ações voltadas para educação e proteção à Amazônia.

Para ações de proteção ao meio ambiente, fiscalização e combate de desmatamento e incêndios florestais, será destinado R$ 1,06  bilhão do fundo da Lava Jato, dos valores depositados pela Petrobras.

O acordo prevê também que R$ 1,6 bilhão seja gasto com educação, sendo R$ 1 bilhão destinado ao Ministério da Educação para ações relacionadas à educação infantil e o restante divido entre o Programa Criança Feliz, bolsas de pesquisa, projetos de inovação e empreendedorismo e ações socioeducativas.

Entre esses projetos, estão R$ 250.000.000,00 destinados para o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, para ações relacionadas a projetos ligados a empreendedorismo, inovação, popularização da ciência, educação em ciência e tecnologias aplicadas, tais como Bolsas de pesquisa pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq e a Construção da Fonte de Luz Síncrotron de 4ª Geração – SÍRIUS.

Outros R$ 100.000.000,00 serão para ações socioeducativas em cooperação com os Estados, preferencialmente por intermédio do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.