Novo Coronavírus

Brasil Novo lote de insumo para fabricar vacina da Oxford chega hoje (27)

Novo lote de insumo para fabricar vacina da Oxford chega hoje (27)

Segunda remessa renderá 12 milhões de doses. Governo diz que primeiras 2,8 mi de aplicações, da Fiocruz, ficam prontas em março

Em janeiro, chegaram 2 milhões de doses prontas da vacina de Oxford ao Brasil

Em janeiro, chegaram 2 milhões de doses prontas da vacina de Oxford ao Brasil

Pedro Paulo Souza/MS - 22.01.2021

O segundo lote de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) para produção de vacinas da AstraZeneca/Universidade de Oxford chega neste sábado (27) ao Brasil, conforme anunciou o Ministério da Saúde nesta sexta-feira (26). A matéria-prima possibilitará que Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) produza cerca de 12 milhões de doses de imunizantes contra a covid-19 (novo coronavírus).

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Uma aeronave, proveniente da China, trará o carregamento da vacina, que será levado à Bio-Manguinhos/Fiocruz, onde as vacinas serão fabricadas.

Quando estiverem prontas, as ampolas do imunizante, batizada de covishield, serão distribuídas no âmbito do PNI (Programa Nacional de Imunização).

Em 6 de fevereiro, a primeira remessa com matéria-prima desembarcou no país. Conforme o governo federal, esse lote inicial é capaz de gerar 2,8 milhões de doses em solo brasileiro. A expectativa é que essas vacinas cheguem ao SUS (Sistema Único de Saúde) para vacinação em massa na segunda quinzena de março.

O Ministério da Saúde informou ainda que, até junho, devem chegar ao Brasil insumos suficientes para produzir 100,4 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford na Fiocruz, no Rio de Janeiro.

Até o fim do ano, a expectativa é que o acordo de cooperação da Fiocruz com a AstraZeneca viabilize 210,4 milhões de doses da covishield.

Na quinta-feira (25), o ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou que a medida compõe o rol de ações em um "esforço do governo federal” para garantir a imunização dos brasilerios.

Durante viagem à Suécia neste mês, Faria disse ter conversado com o sócio da AstraZeneca, Marcus Wallenberg. Na ocasião, pediu que a empresa acelere o envio de insumos e vacinas para o combate da covid-19 no Brasil.

* Com informações da Agência Brasil

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