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Brasil PF desarticula quadrilha de grande fraudador da história do INSS

PF desarticula quadrilha de grande fraudador da história do INSS

Polícia tem registros da ‘conduta criminosa’ do estelionatário desde a década de 1980. Grupo criminoso agia na Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco

PF desarticula quadrilha de grande fraudador da história do INSS

PF desarticula grupo liderado por "um dos maiores fraudadores da história do INSS"

PF desarticula grupo liderado por "um dos maiores fraudadores da história do INSS"

A8SE

A Polícia Federal e a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia deflagraram nesta quarta (9) a Operação Caduceu, para desarticular um grupo que fraudou pelo menos 140 benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) causando prejuízo estimado superior a R$ 7 milhões.

Segundo a PF, o grupo era liderado por "um dos maiores fraudadores da história do INSS", na área de benefícios. Ele já responde a diversos processos penais e dezenas de inquéritos policiais por fraudes à autarquia, destacou a PF.

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A corporação tem registros da ‘conduta criminosa’ do estelionatário desde a década de 1980.

O grupo agia nos Estados da Bahia, Sergipe, Alagoas e Pernambuco.

Agentes federais cumprem três mandados de prisão preventiva e realizam buscas e apreensão em 12 endereços de Salvador e Camaçari (BA) e em Aracaju (SE).

A investigação aponta que o grupo praticava as fraudes de duas maneiras: criando vínculos empregatícios fictícios, inseridos no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) por meio de Guia de Recolhimento do FGTS indevidas; e usando documentos médicos falsos para simular doenças e assim obter benefícios, em especial o auxílio-doença e a aposentadoria por invalidez.

Segundo a PF, para que tais fraudes fossem praticadas, faziam parte da organização criminosa um técnico em contabilidade, um servidor do INSS e uma pessoa responsável por falsificar laudos e relatórios médicos.

O nome da operação faz referência ao contador da operação criminosa, diz a PF. O símbolo da contabilidade é o Caduceu.

A Polícia Federal indicou que os investigados podem responder pelos crimes de participação em organização criminosa, estelionato previdenciário, uso de documento falso, falsidade ideológica e falsificação de documento público. Somadas, as penas ultrapassam 30 anos de prisão, informou a PF.