Reforma da Previdência
Brasil Tucanos apelam por reforma e Geraldo Alckmin faz aceno a Temer

Tucanos apelam por reforma e Geraldo Alckmin faz aceno a Temer

Governador de São Paulo foi eleito presidente do PSDB neste sábado (9)

Tucanos apelam por reforma e Geraldo Alckmin faz aceno a Temer

Alckmin se mostrou favorável à Reforma da Previdência

Alckmin se mostrou favorável à Reforma da Previdência

Adriano Machado/REUTERS - 09.12.2017

Após assumir a presidência do PSDB neste sábado (9), Geraldo Alckmin, governador de São Paulo, fez um aceno a Michel Temer e se mostrou favorável à Reforma da Previdência.

“Pessoalmente, sou favorável à Reforma da Previdência. Já a fiz, em 2011, em São Paulo. A minha posição pessoal é pelo fechamento de questão”, declarou Alckmin durante a 14ª Convenção Nacional do partido.

Porém, o novo presidente do PSDB ponderou sobre o assunto. “Essa não é uma decisão só da executiva do partido. É também da bancada. Acho que o caminho agora é o caminho do convencimento.”

Embora o partido esteja deixando a base aliada de Temer, o tucano se mostrou mais uma vez favorável ao presidente da República. Vale lembrar que Antonio Imbassahy (PSDB- BA) pediu demissão do cargo de ministro da Secretaria de Governo nesta sexta-feira (8).

“O governo Temer herdou uma situação calamitosa e está trabalhando para sair desse quadro”, falou ele. “O atual governo começou a reverter a tragédia econômica em que o País foi colocado”, acrescentou.

Ainda durante o evento realizado em Brasília, o presidente do partido declarou que vai dar apoio à agenda econômica promovida pelo governo e fez questão de responsabilizar o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo cenário de crise: “Lula será condenado nas urnas pela maior recessão de nossa história.”

Segundo Alckmin, o aumento do desemprego se deve a erros de Lula. “Foram 15 milhões de empregos perdidos, milhares de empresas fechadas, sonhos desfeitos, negócios falidos. As urnas os condenarão pela frustração dos projetos e por milhões de famílias levadas ao desespero”, declarou. “As urnas os condenarão pelo desgoverno, pelo desmonte da Petrobras e pelas obras inacabadas.”

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