Julgamento do mensalão

Brasil Valdemar Costa Neto e Carlos Rodrigues estão na Papuda

Valdemar Costa Neto e Carlos Rodrigues estão na Papuda

Os quatro mandados de prisão de condenados no mensalão expedidos hoje já foram cumpridos 

  • Brasil | Carolina Martins, do R7, em Brasília

Costa Neto entregou o mandato e já está na Papuda, em Brasília

Costa Neto entregou o mandato e já está na Papuda, em Brasília

Ed Ferreira/Estadão Conteúdo

Valdemar Costa Neto e Carlos Rodrigues se apresentaram às autoridades, nesta quinta-feira (5), fechando a lista de quatro mandados de prisão de condenados no processo do mensalão que foram cumpridos hoje.

De acordo com informações da PF (Polícia Federal), os dois já estão no Complexo Penitenciário da Papuda, onde devem cumprir pena.

A informação foi confirmada por meio do Twitter da Polícia Federal. De acordo com a assessoria de imprensa, com a apresentação dos dois, os quatro mandados de prisão foram cumpridos.

— [AP 470] Valdemar Costa Neto e Bispo Rodrigues já se encontram na Papuda. [...] Os quatro mandados de prisão expedidos hoje já foram cumpridos.

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Costa Neto foi condenado a sete anos e dez meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Após saber que a Justiça havia determinado a prisão imediata, ele entregou sua carta de renúncia na Câmara dos Deputados e se livrou do processo de cassação na Casa. Esta é a segunda renúncia da carreira política de Valdemar Costa Neto.

Rodrigues era deputado pelo extinto PL na época em que veio à tona o escândalo do mensalão. Ele foi condenado a seis anos e três meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A Justiça entendeu que ele recebeu dinheiro ilegal do PT para apoiar os projetos do governo na Câmara dos Deputados.

O ex-deputado Pedro Corrêa foi o primeiro a se apresentar às autoridades, após a decisão da Justiça de iniciar o cumprimento das penas. Ele se apresentou na Superintendência Regional da Polícia Federal, no Distrito Federal.

Corrêa, foi condenado a sete anos e dois meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 

O ex-diretor do Banco Rural, Vinicius Samarane também se apresentou à Polícia Federal na noite desta quinta-feira. Ele deve cumprir pena de oito anos e nove meses de prisão, em regime fechado, por gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. 

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