Brasil Weintraub responde críticas no Twitter e diz que não quer briga

Weintraub responde críticas no Twitter e diz que não quer briga

Ex-ministro da Educação do governo Bolsonaro, exonerado na quinta-feira (18), afirmou que em poucos dias deixará o Brasil: 'O mais rápido possível'

  • Brasil | Do R7

Weintraub abraçou Bolsonaro após demissão

Weintraub abraçou Bolsonaro após demissão

Reprodução/YouTube

O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub  fez, na madrugada e manhã desta sexta-feira (19), postagens no Twitter respondendo críticas e comentários sobre sua saída do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), anunciada na quinta-feira (18).

Weintraub é o 12º ministro a deixar o governo Bolsonaro

Weintraub afirmou que não quer briga, mas pede para não ser provocado. Ele também comentou que sairá do Brasil "o mais rápido possível", o que deve ocorrer em "poucos dias". O ex-ministro foi indicado por Bolsonaro para uma vaga de diretor no Banco Mundial.

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A madrugada foi de respostas às críticas. Em uma delas, chamou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), de "docinho" após o tucano afirmar que Weintraub foi o pior ministro da Educação da história. Ele também afirmou que usaria "sapato sem meia e calça apertada sem cueca" se algum item comprado pelo governo paulista durante a pandemia fosse mais barato que os adquiridos pelos hospitais universitários do MEC.

Em outra postagem, Weintraub rebateu a acusação de quinta-feira do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que ironizou sua nomeação ao Banco Mundial dizendo que o ex-ministro da Educação havia sido responsável por "quebrar o Banco Votorantim".

No post no Twitter, feito de madrugada, e no qual respondia a uma pergunta de um de seus seguidores sobre o tema, afirmou que o banco jamais quebrou e se orgulha de ter começado como office-boy na instituição e se tornado economista-chefe.

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