Brasília Bolsonaro participa de motociata com apoiadores nos Estados Unidos; veja vídeo

Bolsonaro participa de motociata com apoiadores nos Estados Unidos; veja vídeo

Presidente está em Orlando, na Flórida, onde participou da inauguração de vice-consulado 

  • Brasília | Jéssica Moura, do R7, em Brasília

Jair Bolsonaro em motociata em Orlando, na Flórida

Jair Bolsonaro em motociata em Orlando, na Flórida

Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro participou de uma motociata com apoiadores em Orlando, na Flórida, na manhã deste sábado (11). Um grupo de motociclistas brasileiros se reuniu em uma rua para seguir o chefe do Executivo, que liderou a comitiva. Bolsonaro fez discurso aos apoiadores que se reuniram ao redor dele. "Com uma aproximação com o atual presidente [Joe Biden], bons frutos colheremos para todos nós."

O evento foi transmitido pelas redes sociais do presidente. Enquanto dirigiam pela cidade, os manifestantes buzinavam e gritavam palavras de ordem. Simpatizantes de Bolsonaro nas calçadas balançavam bandeiras do Brasil e gritavam em apoio ao presidente.

O blogueiro Allan dos Santos publicou vídeos na motociata. Ele está foragido desde que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes expediu um mandado de prisão contra ele no inquérito que apura atos antidemocráticos. 

A motociata ocorreu logo depois do discurso de Bolsonaro para a comunidade brasileira no estado americano. No encontro, ele aproveitou para enumerar posicionamentos da campanha eleitoral, como a manutenção da criminalização do aborto.

Mais cedo, ele participou ainda da inauguração do vice-consulado do Brasil em Orlando. A repartição é subordinada ao Consulado-Geral de Miami e deve auxiliar os brasileiros que moram na região e os turistas. Segundo o Itamaraty, cerca de 475 mil brasileiros vivem no estado.

Jair Bolsonaro está nos Estados Unidos desde quinta-feira (9), quando viajou para o país para participar da Cúpula das Américas, na Califórnia. Na ocasião, ele se encontrou com o presidente dos EUA, Joe Biden, e afirmou que deixaria o governo de forma democrática se perdesse as eleições de outubro.

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