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Brasília Casa Civil diz que governo estuda recompor orçamento do INSS

Casa Civil diz que governo estuda recompor orçamento do INSS

Corte na pasta foi de R$ 988 milhões. Jônathas Castro, número dois do ministério, reconhece que tesourada foi 'substancial'

  • Brasília | Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

Edifício-sede do Instituto Nacional do Seguro Social

Edifício-sede do Instituto Nacional do Seguro Social

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Após o corte de R$ 988 milhões no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o governo federal estuda maneiras de recompor o orçamento destinado à unidade em 2022. Em entrevista ao podcast oficial da Casa Civil, o secretário-executivo, Jônathas Castro, reconheceu que a tesourada no INSS foi substancial e disse que a pasta “vai fazer todo esforço” para recompor o cálculo.

“De fato, a gente reconhece que o corte foi substancial, não dá para negar, mas acho que precisa ficar uma mensagem. O governo vai fazer todo esforço, e tem o compromisso da nossa parte, para que a gente possa recompor o orçamento do INSS ao longo do ano”, disse.

O número dois da Casa Civil destacou que a pasta faz avaliações bimestrais, em que pode haver remanejamento entre órgãos. “O nosso esforço vai ser para garantir que tudo aquilo que seja necessário para que o INSS mantenha seu pleno funcionamento, a gente recompõe de orçamento”, complementou.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, no fim do mês de janeiro, o Orçamento deste ano. A pasta mais atingida pela tesourada foi o Ministério do Trabalho e Previdência, sob o comando de Onyx Lorenzoni. Recriado há menos de um ano, o ministério perdeu R$ 1 bilhão do total de R$ 3,1 bilhões aprovados pelo Congresso. O INSS foi a unidade mais afetada, com a perda de R$ 988 milhões que seriam usados na administração, gestão e processamento de dados.

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