Brasília Com dor lombar, Roberto Jefferson recebe atendimento em presídio

Com dor lombar, Roberto Jefferson recebe atendimento em presídio

Preso em Bangu, ex-deputado federal passará por ultrassonografia na terça, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária

Agência Estado
O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson

Valter Campanato/Agência Brasil - 07.06.2017

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, que está preso desde 13 de agosto no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu 8, no complexo de Gericinó (zona oeste do Rio), reclamou de "dores na lombar" (parte inferior da coluna) e precisou de atendimento médico no sábado (23).

Segundo a Seap (Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio), o ex-deputado federal foi atendido no Pronto-Socorro Hamilton Agostinho e "seguirá sendo observado, após orientação médica".

Na próxima terça-feira (26), ele será submetido a um exame de ultrassonografia. Jefferson está "lúcido, verbalizando, e seu quadro clínico é estável", informou a Seap.

A vice-presidente nacional do PTB, Graciela Nienov, publicou em seu perfil no Twitter neste domingo (24) que "Roberto Jefferson teve que ser internado no hospital do presídio, com quadro de febre alta (39ºC), pressão baixa (9/5), taquicardia (110bpm), dor na palpação na região do fígado (e) acúmulo de líquido nas pernas". Ela clama por orações "para que ele possa sair dessa".

Graciela, que em sua apresentação no Twitter se diz "braço direito" de Roberto Jefferson, escreveu na noite de sábado: "Nosso líder foi levado para o hospital da prisão". Ela acrescentou: "Sua transferência precisa ser feita com urgência para o [Hospital] Samaritano, pois a Seap disse que não tem condições de tratá-lo". Não é o que a secretaria afirma na nota divulgada. "Só depende do ministro Alexandre [de Moraes, do Supremo Tribunal Federal], vamos orar para que Deus entre em seu coração", conclui Graciela.

Jefferson foi preso por ordem de Moraes, no âmbito do inquérito que investiga a divulgação de fake news e as milícias virtuais. A defesa do presidente do PTB pediu que a prisão fosse convertida em domiciliar, mas não foi atendida. Também foi solicitada a transferência para hospital particular, mas até este domingo não houve resposta.

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