Coronavírus

Brasília Comerciantes e empresários do DF fazem ato contra o lockdown

Comerciantes e empresários do DF fazem ato contra o lockdown

Atividades e o funcionamento de estabelecimentos comerciais e industriais considerados não essenciais estão suspensos

  • Brasília | Do R7, com informações de Daniel Trevor, da Record TV

Representantes do comércio e do setor produtivo do DF fazem manifestação na manhã deste domingo (28) contra o decreto do governador Ibaneis Rocha (MDB) que implantou lockdown por 15 dias com a suspensão das atividades não essenciais.

A concentração começou em um centro comercial no Lago Sul, região nobre de Brasília, onde mora o governador. A intenção era realizar uma carreata até a residência de Ibaneis, mas a rua foi bloqueada e o grupo decidiu que vai caminhar até o local.

Na segunda-feira (1), às 11h, está programada uma nova manifestação em frente ao Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal. Os manifestantes devem se reunir no estacionamento do Estádio Mané Garrincha e seguir em carreata até o Buriti.

Grupo pretende realizar carreata até a residência de Ibaneis

Grupo pretende realizar carreata até a residência de Ibaneis

Reprodução/Vídeo

O governador do DF editou na noite de ontem o decreto suspendendo todas as atividades e o funcionamento de estabelecimentos comerciais e industriais considerados não essenciais até 15 de março, para conter o avanço do novo coronavírus. A medida foi tomada após a ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) específicos para pacientes com a covid-19 atingir 98% no fim da tarde desta sexta-feira (26).

A medida é mais rigorosa do que a anunciada na quinta, quando Ibaneis havia decidido restringir apenas o funcionamento dos estabelecimentos entre 20h e 5h. As escolas da rede privada, que já tinham retomado as aulas presenciais, também serão fechadas.

Só estão autorizados a manter o funcionamento no DF supermercados, hortifrutigranjeiros, mercearias, padarias, postos de combustíveis, farmácias, hospitais, clínicas e consultórios médicos e odontológicos, laboratórios, clínicas veterinárias, comércio atacadista, lojas de conveniência e minimercados em postos de combustíveis exclusivamente para a venda de produtos; serviços de fornecimento de energia, água, esgoto, telefonia e coleta de lixo; lojas de material de construção, além de igrejas e templos religiosos.

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