Brasília Criança que foi arremessada de van escolar passa por segunda cirurgia

Criança que foi arremessada de van escolar passa por segunda cirurgia

Segundo a mãe do menino, ele deixou o centro cirúrgico por volta das 21h deste sábado e passa bem

  • Brasília | Carlos Eduardo Bafutto, do R7, em Brasília

Após segunda cirurgia, menino que foi arremessado de van está bem e não terá sequelas

Após segunda cirurgia, menino que foi arremessado de van está bem e não terá sequelas

reprodução

O menino de 5 anos que foi arremessado para fora de uma van escolar no Riacho Fundo II (DF) na última quarta-feira (6) passou pou uma cirurgia neste sábado (9) por causa de uma perfuração na uretra. Ao R7, a mãe do menino, Phyama Ohanna, disse que foi informada pelos médicos que a cirurgia correu bem e ele não terá nenhuma sequela. Ainda de acordo com ela a cirurgia durou cerca de seis horas e terminou por volta das 21h de hoje. 

 "Fiquei com o coração na mão, mas graças a Deus, o médico disse que foi tudo perfeito e ele vai ficar 100%, sem nenhuma sequela", comemorou. Phyama ainda não tinha visto o menino após a cirurgia no momento do depoimento, mas se disse aliviada pelas informações dadas pela equipe médica.  

O garoto havia sido transferido na noite desta sexta-feira (8) do Hospital de Base para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), ambos na capital federal.

O acidente 

Na tarde da última quarta-feira (6), câmeras flagraram o momento em que o menino foi arremessado da van escolar no Riacho Fundo II. As imagens mostram o menino em pé, na hora em que a porta se abre. A Polícia Civil investiga o caso.

As versões do acidente são conflitantes. A família e testemunhas sustentam que o veículo trafegava com 30 crianças, algumas sem cinto, e que o monitor estava no banco da frente, em vez de controlar a porta da van. Já o Sindicato dos Transportes Escolares alega que o profissional estava no banco de trás monitorando as crianças, e que o menino teria se soltado do cinto sem que o profissional notasse.

De acordo com Phyama Ohanna o acidente teria acontecido logo após uma curva, mas não foi possível identificar se o menino abriu a porta ou se ela já estava destravada. As imagens mostram que ele estava em pé no veículo, e não sentado com o cinto de segurança. No acidente, o veículo passou por cima do corpo da criança, gerando fraturas na bexiga, rompimento da bacia, sangramento no estômago e outros ferimentos.

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