Brasília Em Washington, Paulo Guedes estreita laços com empresas que têm negócios no Brasil

Em Washington, Paulo Guedes estreita laços com empresas que têm negócios no Brasil

Ministro da Economia conversa com companhias dos setores de telecomunicações, meio ambiente e saúde

  • Brasília | Vandrey Pereira, da Record TV, em Washington

Ministro Paulo Guedes está em Washington (EUA)

Ministro Paulo Guedes está em Washington (EUA)

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Na manha desta terça-feira (19), o ministro da Economia, Paulo Guedes, participou de uma reunião com lideranças empresariais americanas em Washington, nos Estados Unidos.

O encontro, que ocorreu na Câmara de Comércio dos Estados Unidos, serviu para estreitar laços com companhias que já possuem negócios com o Brasil nos setores de telecomunicações, meio ambiente e, especialmente, saúde, especialmente por conta da demanda por insumos e vacinas durante a pandemia.

Segundo o ministro, entre as principais reclamações dos empresários estão os sistemas tributário e fiscal e os altos impostos do Brasil, além da complexidade burocrática. Outro ponto abordado no encontro teria sido a queda do dólar frente ao real.

“Nós temos quase R$ 1 trilhão de investimentos contratados para os próximos 10, 12 anos no Brasil, exatamente em petróleo, gás natural, setor elétrico e telecomunicações. Isso tudo gera muita força pro real”, disse o ministro.

Em entrevista à reportagem da Record TV, o ministro disse que a invasão da Rússia na Ucrania também afetou o crescimento do PIB brasileiro.

“O Brasil poderia estar crescendo entre 2,5 e 3% em 2022 não fosse a guerra”, disse Guedes.

A agenda de reuniões na capital americana segue até sexta-feira quando estão previstos encontros com representantes do Fundo Monetário Internacional FMI e do Banco Mundial.

Paulo Guedes deve se encontrar também com a ministra de finanças da Indonésia, país que irá presidir as reuniões do G20 que reune nações de economias emergentes.

O Brasil deve presidir o encontro em 2024 e busca alinhar programas de tributação para nações que mais poluem e compensação para economias que apostam na sustentabilidade.

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