Jair Bolsonaro

Brasília 'Governo enfrenta inflação, seca e uns governadores', diz Bolsonaro

'Governo enfrenta inflação, seca e uns governadores', diz Bolsonaro

Presidente deu a declaração em evento na Bahia na manhã desta terça, no início da série de viagens pelas cinco regiões do Brasil

  • Brasília | Maurício Ferro, do R7, em Brasília

O presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro

Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro disse na manhã desta terça-feira (28) que seu governo enfrenta uma “difícil fase de pandemia”, com “inflação alta, em especial nos gêneros alimentícios”, bem como “uma das maiores secas da história” do país e governadores “que fecharam tudo sem se preocupar com as consequências para os mais humildes”.

“Às vezes me pergunto como chegamos até aqui, como estamos sobrevivendo, como estamos nos comportando ainda durante uma difícil fase da pandemia, com consequências terríveis, não só para o Brasil bem como para todo o mundo”, afirmou Bolsonaro antes de listar as dificuldades de seu governo.

O chefe do Executivo deu a declaração durante visita ao município de Teixeira de Freitas, na Bahia, em comemoração dos mil dias de seu governo. Ele cumprirá uma agenda de viagens pelas cinco regiões do país. Ainda nesta terça-feira, o presidente segue para Alagoas.

Na cidade baiana, Bolsonaro inaugurou o espaço "Estação Cidadania" e fez a entrega simbólica de trechos duplicados das BRs 101 e 116. Ele também concedeu títulos definitivos de propriedades a famílias de produtores rurais.

Na cerimônia de inauguração da estação, Bolsonaro disse que uma das consequências da pandemia é a inflação elevada. Ele mencionou o aumento do preço da energia e a geada “que atacou e prejudicou em grande parte” a agricultura brasileira.

O presidente ainda defendeu iniciativas de seu governo, como o pagamento do auxílio emergencial a 68 milhões de brasileiros. Segundo ele, a medida equivale a 13 programas Bolsa Família e “é um sinal” de que houve preocupação com os mais humildes.

Bolsonaro também voltou a falar em “liberdade” e citou as manifestações de 7 de Setembro como exemplo. “Sabemos que o bem maior de um povo é a sua liberdade. Nisso nós temos a certeza, como demonstrado no último dia 7 de Setembro, que não abriremos mão”, declarou.

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