Brasília Polícia prende homem suspeito de atirar em deputado do PT em Minas

Polícia prende homem suspeito de atirar em deputado do PT em Minas

Parlamentar diz ter sofrido tentativa de homicídio durante ato de campanha nesse domingo; apesar dos disparos, não houve feridos

  • Brasília | Do R7

Deputado Paulo Guedes (PT), que relata ter sido vítima de um ataque a tiros durante ato de campanha

Deputado Paulo Guedes (PT), que relata ter sido vítima de um ataque a tiros durante ato de campanha

Arquivo/Câmara dos Deputados

A Polícia Federal prendeu um homem suspeito de atirar contra o deputado federal Paulo Guedes (PT-MG) durante um ato de campanha em Montes Claros, na região norte de Minas Gerais, neste domingo (25). Apesar dos disparos, ninguém se feriu.

De acordo com o político, uma pessoa dentro de um carro atirou três vezes na direção dele. Um dos apoiadores do deputado seguiu o veículo, que tinha três pessoas, e acionou a Polícia Militar. Após um cerco, o automóvel foi parado e uma das pessoas, supostamente um policial militar que trabalha em um batalhão na cidade de Iturama, no Triângulo Mineiro, foi detido ao ser apontado como o autor dos disparos.

A polícia também apreendeu a arma de fogo utilizada e as cápsulas disparadas. A ocorrência foi registrada na sede da Polícia Federal da cidade, onde o homem detido foi autuado em flagrante. O R7 não conseguiu contato com o homem preso nem com sua defesa. O espaço segue aberto para manifestações.

Outros atentados

Ainda segundo relato do deputado, o incidente ocorrido nesse domingo teria sido o terceiro em apenas uma semana contra a sua campanha. Guedes afirma que no último dia 19 um policial civil de folga teria saído de sua casa e atirado para o alto após apoiadores do petista passarem na rua entregando folhetos em um carro de som.

Dois dias depois, em uma outra rua da cidade, um policial militar de folga teria sacado sua arma na porta de um bar da cidade. De acordo com o político, o homem teria atirado para o alto em uma ameaça aos simpatizantes do partido. Ele ainda teria feito gestos obscenos contra as pessoas que ali estavam e dito que "não aceitava petistas naquela rua".

A campanha do deputado registrou ocorrências na Polícia Militar sobre esses casos. A Record TV entrou em contato com as polícias Militar, Civil e Federal e aguarda posicionamento.

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