Invasão do Planalto, STF e Congresso em Brasília

Brasília Republicanos reforça compromisso do partido com a democracia e 'longe dos extremos'

Republicanos reforça compromisso do partido com a democracia e 'longe dos extremos'

Deputado Marcos Pereira ressalta que a defesa democrática está no Manifesto Político do partido

  • Brasília | Do R7

Presidente do Republicanos, Deputado Marcos Pereira (SP)

Presidente do Republicanos, Deputado Marcos Pereira (SP)

Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados - 25.5.2022

O presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), publicou nas redes sociais parte do Manifesto Político do partido ressaltando a defesa da democracia "longe de extremos". No domingo, Pereira reprovou os atos e vandalismo e repudiou as manifestações que ultrapassam os limites democráticos, "seja de direita ou de esquerda".

O Manifesto Político do Republicanos, publicado em 2019, reafirma que os Republicanos buscam "a manutenção da vida social balanceada, longe de extremos, de modo a impedir o surgimento da anarquia e seu poder individualizado".

No último domingo (8), extremistas subiram a rampa do Congresso Nacional e invadiram a parte superior, onde ficam as cúpulas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, além do Salão Verde, dentro do edifício. Depois, o grupo invadiu o Palácio do Planalto, sede da Presidência da República, local onde o presidente da República despacha, em Brasília.

Manifestantes invadiram, ainda, o edifício do STF. No local, vidros foram quebrados e objetos, destruídos nas dependências da Corte. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram inicialmente a porta arrancada do armário que o ministro Alexandre de Moraes utiliza para guardar a toga.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, decretou intervenção federal na segurança do DF. Nesta terça-feira (10), o Congresso Nacional se reunirá para analisar o decreto.

No início da madrugada de segunda (9), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes afastou o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), do cargo por, pelo menos, 90 dias e deu o prazo de 24 horas para que os acampamentos dos manifestantes sejam desmontados — o que ocorreu ainda na segunda, em Brasília. Milhares de pessoas foram detidas e encaminhadas para as forças policiais do DF.

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