STF

Brasília STF retoma sessões presenciais após 19 meses de pandemia

STF retoma sessões presenciais após 19 meses de pandemia

Corte estava realizando sessões com participação dos magistrados pelo meio virtual. Comprovante de vacinação é obrigatório

  • Brasília | Renato Souza, do R7, em Brasília

reprodução/TV Justiça

O STF (Supremo Tribunal Federal) retomou nesta quarta-feira (3) as sessões 100% presenciais no plenário da Corte. Para ingressar no prédio, servidores, juízes, jornalistas, advogados e visitantes precisam apresentar comprovante de vacinação com o esquema completo de imunização contra a Covid-19. Quem não estiver completamente imunizado deverá realizar um teste com 72 horas de antecedência da ida ao tribunal e apresentar resultado negativo.

Na abertura da sessão, o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, destacou que as medidas sanitárias ainda são necessárias. "É um prazer rever a todos neste plenário. Vamos retomar os trabalhos com uso de máscara e álcool em gel, medidas que já estavam sendo tomadas", afirmou ele. Brigadistas aferem a temperatura corporal de quem acessa o prédio e conferem o comprovante de vacinação 1— disponibilizado pelo aplicativo Conecta SUS.

O STF suspendeu as sessões presenciais em abril do ano passado, quando o Brasil registrava os primeiros casos de Covid-19 e órgãos públicos e privados começaram a interromper as atividades ou adotar o trabalho remoto para tentar conter a propagação do coronavírus.

No caso do Supremo, o plenário continuou aberto para os ministros, mas foram criadas sessões virtuais, nas quais os magistrados puderam votar por videoconferência. No momento, 54,50% da população brasileira já tomou as duas doses da vacina ou a dose única contra a Covid-19.

Na sessão desta tarde, o plenário avalia o acesso à assistência jurídica gratuita por meio da criação do serviço de defensoria pública municipal. Caso o Supremo valide a medida, municípios poderão criar órgãos para atender gratuitamente a população em nível municipal. Também está na pauta a decisão sobre a necessidade ou não de autorização de autoridade competente para portar armas brancas, como facas e canivetes.

Últimas