Notícias Chuvas ajudam, mas Cantareira tem piores índices desde 2016

Chuvas ajudam, mas Cantareira tem piores índices desde 2016

Na sexta-feira (22), principal reservatório do sistema operava com 42,1% da capacidade. Em 2016, registrava apenas 13,3% 

  • Notícias | Do R7

Resumindo a Notícia

  • Nível de água em reservatórios da Região Metropolitana de SP sobe com chuvas
  • Volume total armazenado no sistema era de 52,2% na sexta-feira (22)
  • No Cantareira, principal reservatório, o índice era de 42,1%
  • No dia 13 de janeiro de 2016, o Cantareira operava com apenas 4% da capacidade
Sistema Cantareira opera com 42,1% de sua capacidade na sexta-feira (22)

Sistema Cantareira opera com 42,1% de sua capacidade na sexta-feira (22)

RAFAEL ARBEX/ESTADÃO CONTEÚDO-07/02/2018

O nível de água nos reservatórios que abastecem as cidades da Região Metropolitana de São Paulo subiu com as fortes chuvas registradas em dezembro e no começo de janeiro. De acordo com o boletim publicado pela Sabesp, na sexta-feira (22), o volume total armazenado nos reservatórios era de 52,2%. 

No Cantareira, principal reservatório do sistema, o índice era de 42,1%. No dia 1º de janeiro, o reservatório operava com 36,2% de sua capacidade. Na comparação ao anos anteriores, tanto o volume total quanto o do sistema Cantareira apresentam os piores índices desde 2016.

No dia 22 de janeiro do ano passado, os volumes estavam em 64,3% no sistema e 45,2% no Cantareira. Em 2019, eram 51,5% e 42,4%, respectivamente.

Em 2018, os mananciais estavam com 53,2 e seu principal reservatório estava com 46,6%. Em 2017, os números eram 58,5% e 55,2%. Em 2016, quando o sistema começava a se recuperar da crise hídrica de 2014, os índices eram 30,8% no volume total armazenado e 13,3% no sistema Cantareira. No dia 13 de janeiro de 2016, o Cantareira operava com apenas 4% de sua capacidade. 

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