Curral de Cima descarta lixo em aterro e inicia projeto para coleta seletiva

O descarte dos resíduos sólidos do município de Curral de Cima, na

O descarte dos resíduos sólidos do município de Curral de Cima, na Zona da Mata da Paraíba, já está sendo realizado de forma correta e mais segura com o depósito sendo feito no aterro sanitário ecológico, localizado no município de Guarabira, no Brejo, evitando danos ao meio ambiente ou à saúde da população. A Prefeitura Municipal de Curral de Cima também está elaborando a implantação da coleta seletiva na cidade de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Hoje o lixo de Curral de Cima é recolhido três vezes por semana, nas segundas, quartas e sextas-feiras, às 6h na cidade e às 9h nos distritos. A Prefeitura Municipal pede que a população ajude a manter a saúde pública segura, colocando para fora de casa o lixo apenas nos dias do recolhimento e pouco antes dos horários pré-estabelecidos. É importante ainda que cada um possa separar os resíduos entre secos e rejeitos já em processo inicial para implementação da coleta seletiva.

Os resíduos recicláveis secos são compostos, principalmente, por metais (como aço e alumínio), papel, papelão, tetrapak, diferentes tipos de plásticos e vidro. Já os rejeitos, que são os resíduos não recicláveis, são compostos principalmente por resíduos de banheiros (fraldas, absorventes, cotonetes…) e outros resíduos de limpeza.

Para manter um trabalho mais seguro, a Prefeitura Municipal equipou os garis com todo material de segurança e ainda, dentro da política de valorização do servidor, também garantiu o pagamento de 40% de insalubridade a todos os profissionais.

TAC

A Prefeitura já havia assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público da Paraíba (MPPB) para dar fim ao lixão a céu aberto. Para isso, segundo o secretário de Meio Ambiente, João Batista Mendonça, o único aterro sanitário na região para fazer o depósito era o Ecosolo na cidade de Guarabira. Sendo assim, o município de Curral de Cima contratou para realizar o depósito dos resíduos sólidos três vezes por semana.

De acordo com João Batista, o Termo de Ajustamento de Conduta foi assinado em 2019, através da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup). “Como construir um aterro sanitário para um município ou até mesmo um consórcio custaria muito caro, a opção foi contratar e dar fim ao descente irregular em lixão a céu aberto. Com isso, o município vai ter uma despesa mensal em torno de R$ 15 a R$ 20 mil com a coleta, transporte e destino final do lixo”, afirmou.

Segundo o secretário, além dessa determinação do prefeito Totó Ribeiro de pôr fim ao lixão, já havia se iniciado um trabalho nas escolas municipais e em outros órgãos públicos do município, de conscientização para melhorar a coleta dos resíduos. O trabalho vai permanecer logo sejam retomadas as aulas presenciais no município.