Diário Digital Assassino de Rafael Baron é condenado a 18 anos de prisão

Assassino de Rafael Baron é condenado a 18 anos de prisão

Quinze anos de reclusão por homicídio doloso qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou defesa da vítima, mais 3 anos e dez dias de multa por porte de arma. Um total de 18 anos de prisão. Foi a sentença de Igor Cesar de Lima, condenado na tarde desta terça-feira (17), no Tribunal do Júri […] O post Assassino de Rafael Baron é condenado a 18 anos de prisão apareceu primeiro em Diário Digital.

Quinze anos de reclusão por homicídio doloso qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou defesa da vítima, mais 3 anos e dez dias de multa por porte de arma. Um total de 18 anos de prisão. Foi a sentença de Igor Cesar de Lima, condenado na tarde desta terça-feira (17), no Tribunal do Júri de Campo Grande, pelo assassinato do motorista de aplicativo Rafael Baron, 24 anos, em meio de 2019, no Jardim Campo Nobre.

O Conselho de Sentença excluiu qualquer possibilidade de Igor ter agido em legítima defesa e o condenou com as duas qualificadoras denunciadas pelo Ministério Público.

O julgamento demorou um ano e seis meses para ser realizado. Igor aguardava no Presídio de Segurança Máxima da Capital e alegou ter cometido o crime por ciúmes da namorada que conversou com o motorista durante a corrida. Ao longo do processo, testemunhas negaram a versão de que Rafael teria dado em cima da mulher do acusado que já estava cumprindo pena no regime aberto pelo crime de roubo.

Por conta da pandemia, a viúva de Rafael não pode acompanhar o julgamento devido as medidas de biossegurança e precisou aguardar do lado de fora do júri. O filho do casal tem apenas 3 anos e, segundo a mãe, ainda chora perguntando sobre o pai.

“ Tenho passado momentos muitos difíceis, todas as vezes que meu filho pega no violão que era do pai ele pergunta por Rafael. Com ajuda dos mais pais eu tenho tentado sobreviver. O Rafa era meu alicerce e é muito difícil conviver com essa dor”, lamentou a esposa da vítima, Karinne Pereira Baron.

Familiares do acusado também não tiveram acesso ao plenário. A mãe e a irmã de Igor ficaram do lado de fora durante pelo menos duas horas.

Na época do crime, Igor se apresentou à polícia três dias depois. Ele já respondia por roubo em regime aberto e como a Polícia Civil não representou pela prisão e nem o Ministério Público, a justiça não decretou a preventiva do réu por homicídio e Igor acabou fugindo em outubro de 2019, sendo capturado quatro meses depois.

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