Diário Digital Cabeleireiro investigado por homicídio no Inferninho e estupro de vulnerável é solto

Cabeleireiro investigado por homicídio no Inferninho e estupro de vulnerável é solto

O menino de nove anos que havia revelado em depoimento especial na Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) ser abusado por Leandro Pereira Florenciano, de 35 anos, mudou a versão dele e inocentou o suspeito.  O cabeleireiro que também é investigado pelo homicídio de Gleison da Silva Abreu, 25 anos, encontrado […] O post Cabeleireiro investigado por homicídio no Inferninho e estupro de vulnerável é solto apareceu primeiro em Diário Digital.

O menino de nove anos que havia revelado em depoimento especial na Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) ser abusado por Leandro Pereira Florenciano, de 35 anos, mudou a versão dele e inocentou o suspeito.  O cabeleireiro que também é investigado pelo homicídio de Gleison da Silva Abreu, 25 anos, encontrado na cachoeira no Inferninho, em maio de 2020, foi solto no último sábado (7).

A suspeita do crime de estupro de vulnerável surgiu durante investigações da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios) sobre a morte de Gleison. Uma equipe da Depca foi chamada para participar dos mandados de busca e apreensão e levar a criança de 9 anos para ser ouvida.

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Gleison da Silva Abreu, 25 anos (Foto Rede Social)

À época, o menino revelou em depoimento especial que era abusado com certa frequência por Leandro e o ex-marido dele, Emerson Borcheidt, 33 anos.

Emerson tirou a própria vida, na tarde de 26 de abril, horas depois da prisão temporária do ex-marido Leonardo pelo assassinato. Ele também era investigado pela morte de Gleison, apesar de não ser alvo de mandado.

Quase um mês após a prisão de Leandro pelo assassinato, o cabelereiro foi indiciado pelo estupro de vulnerável do menino de nove anos e teve prisão preventiva determinada pela Justiça, em 21 de maio.

A primeira prisão temporária representada pela Delegacia de Homicídios para coleta de provas foi de 30 dias, sendo prorrogada por mais 30. Apesar das investigações ainda continuarem, o prazo terminou e Leandro só continuou preso porque havia a denúncia de estupro de vulnerável.

Com a mudança no depoimento da criança, a defesa do suspeito conseguiu no TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) a liberdade provisória de Leandro que, desde o último sábado, segue de volta a rotina.

A denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) pode ser modificada pela promotoria e passar de estupro de vulnerável para omissão, já que os abusos foram atribuídos ao marido de Leandro.

O processo corre em segredo de justiça, na 7ª Vara Criminal de Campo Grande.

Investigação da Homicídios – Leandro Pereira foi preso a poucos dias de completar um ano do assassinato de Gleison, junto com o cunhado dele  Agnaldo Freire Mariz, 50 anos, no dia 26 de abril de 2021.

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Leandro Pereira e o cunhado Agnaldo Freire Mariz. (Reprodução/Rede Social)

Gleison saiu de casa de moto, no dia 30 de abril de 2020, por volta das 9h da manhã. À tarde, ele foi visto conversando com dois homens, no Bairro Nova Lima e, segundo testemunhas, estava sem o veículo. No dia seguinte, a família procurou a polícia para registrar o desaparecimento e soube do corpo encontrado no Inferninho.

A moto do jovem, uma Titan 160, foi desmontada e o que restou dela foi abandonado na Vila Nasser.

As investigações apontam que Gleison foi atraído por Leandro com a proposta de que se investisse suas reservas financeiras em um negócio do qual o cabeleireiro fazia parte, o valor triplicaria. Porém, a vítima acabou morta por cobrar a dívida e tentar reaver o dinheiro.

Agnaldo segue preso mesmo após vencer o período da temporária porque contra ele há uma acusação de estupro. A vítima é uma menina de 13 anos e o caso foi registrado em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso. A mãe foi à Polícia Civil para denunciar Agnaldo pelo estupro cometido quando a mulher era namorada dele e morava em Campo Grande. 

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