Diário Digital Consórcio Guaicurus contesta relatório do MPE sobre biossegurança

Consórcio Guaicurus contesta relatório do MPE sobre biossegurança

Vistoria feita pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul nos terminais de transbordo de transporte coletivo de Campo Grande apontou irregularidades em relação às medidas de segurança para o enfrentamento da Covid-19. De acordo com o relatório do MPE, foram constatadas situações nos Terminais Morenão, Guaicurus, Estação Pegfácil Hércules Maymone, Aero Rancho, Bandeirantes, General […] O post Consórcio Guaicurus contesta relatório do MPE sobre biossegurança apareceu primeiro em Diário Digital.

Vistoria feita pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul nos terminais de transbordo de transporte coletivo de Campo Grande apontou irregularidades em relação às medidas de segurança para o enfrentamento da Covid-19. De acordo com o relatório do MPE, foram constatadas situações nos Terminais Morenão, Guaicurus, Estação Pegfácil Hércules Maymone, Aero Rancho, Bandeirantes, General Osório, Nova Bahia, Júlio de Castilho e Moreninhas.

Os relatórios apontaram irregularidades como: ausência de local para higienização das mãos dos usuários, aglomerações dentro dos ônibus, filas nos terminais de transbordo com aglomeração de pessoas e sem demarcação suficiente de distanciamento social de 1,5m. A vistoria verificou aina a falta de orientação aos usuários sobre a distância necessária nos terminais de transbordo, funcionários do serviço de transporte coletivo sem máscaras de proteção.Diante desse resultado, o MPE exigiu que o Consórcio Guaicurus apresente um plano para evitar aglomerações dentro do coletivo.

E para quem precisa do transporte público essas situações fazem parte do dia a dia. Os usuários relatam vários episódios que consideram desagradáveis. Edilene trabalha no centro da Capital e se desloca diariamente do bairro Santa Emília, onde mora. Ela afirma que não há distanciamento social dentro do ônibus. “ Estão sempre tão lotados que preciso esperar o terceiro ônibus passar para conseguir voltar para casa no horário de pico. Estamos pagando por um serviço que deixa a desejar”, afirma.

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Edilene afirma que ônibus continuam superlotados (Foto: Gabriel Torres)

Adrielly Beatriz também depende do transporte público para trabalhar. Segundo ela quem menos respeita as medidas de prevenção são os jovens que, na maioria das vezes, não usam máscaras. “ Usar a máscara é algo essencial para combater a transmissão do vírus, eu faço minha parte, mas nem todos pensam assim sem contar na aglomeração dentro do ônibus, muitas pessoas em pé principalmente na hora de ir e voltar do serviço”, lamenta.

Já empregada doméstica Flávia Barrios afirma que os idosos estão superlotando os ônibus. “ Todos os dias quando pego o transporte público está lotados de idosos, esses que eram para ficarem em casa. Pessoas estão saindo sem necessidade e lotando o coletivo onde ocorre mais risco de contaminação”, explica.

O Ministério Público estabeleceu o prazo de 48 horas para que o Consórcio Guaicurus faça as adequações das irregularidades listadas no relatório de vistoria. Em resposta à reportagem, o Consórcio Guaicurus afirmou, por meio de nota, que desconhece e contesta qualquer afirmação de que não esteja cumprindo com as normas de biossegurança.  Ainda segundo o Consórcio, fiscalização a que se refere o MPE foi feita em maio e não reflete a realidade do sistema no mês de agosto.

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(Foto Gabriel Torres)

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