Doações de plaquetas despencam com pandemia

Manter os estoques de sangue sempre foi uma luta diária do Hemosul. E nesta época tão atípica por causa da pandemia do novo coronavírus, o desafio ficou ainda maior. Estão cada vez mais reduzidas as doações de plaquetas, componentes do sangue que são destinados principalmente aos pacientes oncológicos, com dengue, grávidas e para as pessoas […] O post Doações de plaquetas despencam com pandemia apareceu primeiro em Diário Digital.

Manter os estoques de sangue sempre foi uma luta diária do Hemosul. E nesta época tão atípica por causa da pandemia do novo coronavírus, o desafio ficou ainda maior. Estão cada vez mais reduzidas as doações de plaquetas, componentes do sangue que são destinados principalmente aos pacientes oncológicos, com dengue, grávidas e para as pessoas que vão passar por cirurgia cardíaca.

A gerente de relações públicas do Hemosul, Mayra Franceshi, explica que após o início da pandemia houve queda no número de doações. Pessoas com mais de 60 anos que eram doadoras assíduas deixaram de fazer o procedimento. Os doadores que estão tomando antibiótico ou apresentam alguma doença como resfriado, por exemplo, ficam impedidas de doar sangue ou plaquetas.

São poucos os doadores mantiveram a rotina de idas ao Hemosul. Um deles é Ubiratan da Silva que chegou logo cedo para realizar doação de plaquetas. Ao longo de 12 anos como doador, o sentimento é dever cumprido nessa ação solidária de ajudar o próximo. “Aos 18 anos comecei a doar sangue Hospital Regional e após quatro anos me chamaram para ser doador de plaquetas. Passei por alguns exames e estou até hoje. Atualmente a cada dois meses procuro o Hemosul para fazer a doação de plaquetas”, afirma.

Para ser doador de plaquetas é preciso atender alguns requisitos. É necessário já ter feito doações por pelo menos duas vezes, pesar mais de 60 quilos e idade entre 18 e 69 anos. São feitos exames para verificar se a pessoa tem, no mínimo, 200 mil plaquetas.

A doação de plaquetas é feita por meio de aférese, um procedimento no qual um componente sanguíneo é separado e removido do organismo através da utilização de um equipamento automatizado. O sangue é composto por plasma, leucócitos (glóbulos brancos), plaquetas e hemácias (glóbulos vermelhos). Cada um pode ser retirado separadamente.

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Equipamento onde é feito o procedimento de aférese (Foto: Luciano Muta)

A relações públicas do Hemosul explica que o processo de doação de sangue pode levar até 20 minutos. Já o procedimento para a separação de plaquetas tem o tempo aproximado de duas horas e esse fator de tempo também interfere no fluxo de doações.

O fotógrafo do Diário Digital Luciano Muta faz parte do grupo de doadores assíduos de plaquetas. Começou a ação solidária e voluntária de doar sangue há quinze anos e desde 2018 faz doação de plaquetas. Muta doa esse componente sanguíneo pelo menos cinco vezes ao ano. "Me sinto feliz de poder ajudar as pessoas, a salvar vidas", pontua o fotógrafo.

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Fotógrafo Luciano Muta é doador de plaquetas há dois anos

Quem se interessar em ser doador de plaquetas pode procurar o Hemosul ou entrar em contato pelo WhatsApp  (67) 9921-20447. Mas a instituição reforça que toda doação será fundamental para manter os estoques que estão em baixa para todos os tipos sanguíneos e mais acentuadamente para o A positivo, O negativo e O Positivo.  

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Para ser doador de plaquetas o voluntário precisa ser doador de sangue (Foto Luciano Muta)

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