Diário Digital Funcionários que mataram funileiro são condenados a 15 e 18 anos de prisão

Funcionários que mataram funileiro são condenados a 15 e 18 anos de prisão

Terminou na tarde desta terça-feira (15), o julgamento do assassinato do funileiro Adimilson Estácio, de 44 anos. Jorge Augusto Nogueira foi condenado a 15 anos e Alex Gonçalves de Oliveria, a 18 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, pelos crimes de homicídio qualificado, furto e ocultação de cadáver. Conforme sentença do juiz da 1ª […] O post Funcionários que mataram funileiro são condenados a 15 e 18 anos de prisão apareceu primeiro em Diário Digital.

Terminou na tarde desta terça-feira (15), o julgamento do assassinato do funileiro Adimilson Estácio, de 44 anos. Jorge Augusto Nogueira foi condenado a 15 anos e Alex Gonçalves de Oliveria, a 18 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, pelos crimes de homicídio qualificado, furto e ocultação de cadáver.

Conforme sentença do juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em Campo Grande, Jorge Augusto Nogueira recebeu a condenação de 12 anos, por homicídio qualificado por praticar o crime para assegurar impunidade do furto; 2 anos e 6 meses por furto qualificado por concurso de pessoas e 1 ano e 20 dias por ocultação de cadáver.

Quanto a Alex, a pena foi maior pelo fato do homicídio ter sido duplamente qualificado. Além de praticar o crime para assegurar impunidade do furto, houve a qualificadora da asfixia da vítima. Totalizando, 18 anos e 10 dias de prisão.

Adimilson Estácio, de 44 anos, foi morto no dia 1º de abril do ano passado. A vítima, segundo denúncia do Ministério Público (MPMS), foi atingida com golpe de barra de ferro e depois asfixiada com um pano na boca.

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Família da vítima protestou por justiça em frente ao Fórum (Foto: Luciano Muta)

O vínculo entre a vítima e Jorge, não era apenas profissional. Adimilson confiava no funcionário que se tornou um amigo. Inclusive, no dia do crime, minutos antes de ser morto, o funileiro almoçou com os assassinos. O corpo de Adimilson foi encontrado 17 dias depois, em uma cova rasa, em Rochedo. Assim como a moto da vítima jogada em um córrego.

Alex trabalhava na oficina, no Bairro Pioneiros, de freelance, a convite de Jorge. As investigações conduzidas pela Delegacia de Homicídio, na fase policial, mostram que Adimilson foi morto após descobrir que o cartão dele havia sido furtado e gastaram R$1,600,00. Sem saber que tinha sido os próprios funcionários que gastaram o dinheiro na compra de cerveja.  

Os acusados foram presos ainda na fase do inquérito policial e aguardavam o julgamento em regime fechado.

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