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Diário Digital Inflação: IPCA-15 é o maior para novembro dos últimos 19 anos

Inflação: IPCA-15 é o maior para novembro dos últimos 19 anos

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quinta-feira (25) o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que mede a inflação mensal até a metade de cada mês. O resultado apontado pelo índice é considerado uma prévia da inflação oficial do mês. O  IPCA-15 de novembro teve alta de 1,17% […] O post Inflação: IPCA-15 é o maior para novembro dos últimos 19 anos apareceu primeiro em Diário Digital.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quinta-feira (25) o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que mede a inflação mensal até a metade de cada mês. O resultado apontado pelo índice é considerado uma prévia da inflação oficial do mês.

O  IPCA-15 de novembro teve alta de 1,17% em novembro, 0,03 ponto percentual abaixo da taxa registrada em outubro (1,20%), mas a maior variação para o mês desde 2002, quando registrou 2,08%.

O acumulado no ano foi de 9,57% e, em 12 meses, de 10,73%, acima dos 10,34% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2020, a taxa havia sido de 0,81%.

Combustíveis, os principais vilões

Todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em novembro. A maior variação (2,89%) e o principal impacto (0,61 ponto percentual no índice.) vieram do setor de transportes, com o aumento no preço dos combustíveis.

Em seguida, habitação (1,06%) e saúde e cuidados pessoais (0,80%), com impactos de 0,17 p.p. e 0,10 p.p., respectivamente. Juntos, os três grupos contribuíram com 0,88 p.p. no IPCA-15 de novembro, o equivalente a cerca de 75% do índice do mês. 

No grupo habitação, a maior contribuição foi do gás de botijão, que subiu 4,34%. Os preços do produto subiram pelo 18° mês consecutivo, acumulando 51,05% de alta no período iniciado em junho de 2020.

Preço de alguns alimentos caiu

A desaceleração do grupo Alimentação e bebidas (de 1,38% em outubro para 0,40% em novembro) deve-se às altas menos intensas em alguns subitens, como o tomate (14,02%), o frango em pedaços (3,07%) e o queijo (2,88%). Houve ainda quedas nas carnes (-1,15%), no leite longa vida (-3,97%) e nas frutas (-1,92%).

Por outro lado, os preços da batata-inglesa (14,13%) subiram mais que o observado em outubro (8,57%) e a cebola teve variação positiva (7,00%), após a queda de 2,72% no mês anterior.

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