Diário Digital Jovem comprava droga sintética por telefone e revendia na Capital

Jovem comprava droga sintética por telefone e revendia na Capital

O flagrante foi possível após o setor de segurança corporativa dos Correios denunciar aos policiais da Denar (Delegacia Especializada em Repressão ao Narcotráfico) a chegada de encomendas suspeitas vindas de outros Estados. A equipe policial orientou para que a entrega de três caixas fosse feita normalmente. Logo após, o suspeito foi abordado pelo policiais. O […] O post Jovem comprava droga sintética por telefone e revendia na Capital apareceu primeiro em Diário Digital.

O flagrante foi possível após o setor de segurança corporativa dos Correios denunciar aos policiais da Denar (Delegacia Especializada em Repressão ao Narcotráfico) a chegada de encomendas suspeitas vindas de outros Estados. A equipe policial orientou para que a entrega de três caixas fosse feita normalmente. Logo após, o suspeito foi abordado pelo policiais.

O rapaz de 23 anos foi questionado sobre a encomenda e confessou que dentro das caixas tinha drogas sintéticas. O acusado mora no bairro Tiradentes.

As três caixas vieram de três Estados diferentes. Em uma delas foram encontrados 521 micro pontos de LSD e na outra 302 comprimidos de ecstasy. O rapaz relatou que comercializa o entorpecente há três anos. Ele já tem passagem pela polícia por violência doméstica.

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Delegado Gustavo Ferraris relata que drogas sintéticas são consumidas por pessoas de alto poder aquisitivo (Foto: Luciano Muta)

Em buscas pelo imóvel, os policiais encontraram em cima do armário da cozinha uma mochila com duas balanças de precisão e 10 porções de maconha e sementes pronta para comercialização. No quintal foram encontrados dois pés de maconha plantados em vasos. Nesse caso ele afirmou que a droga cultivada era para uso pessoal.

"O que chama atenção para esse entorpecente é o público- alvo porque é um público com alto poder aquisitivo. Esse tipo de droga as pessoas não usam em qualquer lugar e são geralmente utilizadas em festas", ressaltou o delegado titular da Denar, Gustavo Ferraris. "Nós apreendemos anotações com informações sobre como produzir drogas alucinógenas com ingredientes lícitos. Essas anotações foram encaminhadas para a Perícia para uma análise mais apurada", detalhou ainda o delegado.

O acusado afirmou que comercializava vendida cada comprimido de ecstasy por R$ 60,00. Já o micro ponto de LSD era vendido a R$ 20,00. Ele teve a prisão preventiva decretada e irá responder pelo crime de tráfico de drogas.

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