Diário Digital Justiça concede prisão domiciliar a filha do “Pedreiro Assassino”

Justiça concede prisão domiciliar a filha do “Pedreiro Assassino”

Yasmin Natasha Gonçalves Carvalho, 19 anos, teve o benefício da prisão domiciliar concedido nesta terça-feira (3), pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos da 2ª Vara do Tribunal do Júri em Campo Grande, em audiência sobre a execução do comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, de 62 anos, achado morto e enterrado no quintal de casa, […] O post Justiça concede prisão domiciliar a filha do “Pedreiro Assassino” apareceu primeiro em Diário Digital.

Yasmin Natasha Gonçalves Carvalho, 19 anos, teve o benefício da prisão domiciliar concedido nesta terça-feira (3), pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos da 2ª Vara do Tribunal do Júri em Campo Grande, em audiência sobre a execução do comerciante José Leonel Ferreira dos Santos, de 62 anos, achado morto e enterrado no quintal de casa, no dia 7 de maio, na Vila Nasser.

Conforme a decisão do magistrado, ela só pode sair para trabalhar - mediante comprovação - a partir das 6 horas da manhã, mas deve retornar até às 19 horas para casa, além de comparecer mensalmente em juízo.

O juiz acolheu o pedido da defesa que nega participação de Yasmin no crime e acatou as alegações de que a jovem tem “grave retardo mental”, comprovado por laudo médico atestando a sua incapacidade, apresentado pelo advogado da acusada.

Yasmin é filha de Cleber de Souza Carvalho, 43 anos, que ficou conhecido em Campo Grande como o “Pedreiro Assassino”. Na audiência realizada nesta terça-feira (3), ele confessou ter matado o idoso. Porém, disse que a filha não teve participação.

Em maio, a jovem foi presa em flagrante junto com a mãe dela, Roselaine Tavares Gonçalves, de 44 anos, por ocultação de cadáver. Os advogados também tentaram liberdade provisória para Roselaine, com a alegação de problemas de saúde, mas o pedido foi negado.

Yasmin estava cumprindo pena no Presídio Feminino de Corumbá, junto com a mãe. Segundo investigações da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios), no dia dois de maio, a jovem ajudou o pai a enterrar, em uma cova rasa, o corpo de José Leonel, no fundo da casa onde ele morava. No dia seguinte ao assassinato, a família do pedreiro se mudou para a casa do idoso.

Cleber foi preso cerca de uma semana depois e confessou a morte do idoso e outros seis homicídios. Após ser localizado, ele levou a polícia aos locais onde havia enterrado as vítimas.

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