Diário Digital Justiça converte em preventiva prisão de jovem que matou adolescente

Justiça converte em preventiva prisão de jovem que matou adolescente

O juiz Evandro Endo homologou o flagrante e converteu em preventiva a prisão de Gabriel, de 22 anos, que matou a namorada de 15 anos estrangulada na madrugada de quarta-feira (2) em Caarapó. O magistrado acatou o pedido do MPE-MS (Ministério Público Estadual) e negou  o da Defensoria Pública, que tentava a concessão de liberdade […] O post Justiça converte em preventiva prisão de jovem que matou adolescente apareceu primeiro em Diário Digital.

O juiz Evandro Endo homologou o flagrante e converteu em preventiva a prisão de Gabriel, de 22 anos, que matou a namorada de 15 anos estrangulada na madrugada de quarta-feira (2) em Caarapó. O magistrado acatou o pedido do MPE-MS (Ministério Público Estadual) e negou  o da Defensoria Pública, que tentava a concessão de liberdade provisória.

No despacho proferido na quinta-feira (3), considerou que “o flagrado praticou delito extremamente grave e confessou ter matado sua convivente, uma adolescente de 15 anos”. “O fato repercutiu na cidade e em mídias sociais, considerando a gravidade do ato, o que indica ser a prisão preventiva necessária para garantir a ordem pública”, ponderou.

Por considerar “presentes provas da ocorrência de fato que permite a segregação cautelar (CPP, art. 313, I), além de existentes indícios suficientes da autoria”, o magistrado avaliou ser “indispensável para a garantia da ordem pública a decretação da prisão preventiva do flagrado”.

De acordo com a Polícia Civil, não há nenhum indicativo de violência de gênero contra a vítima. “Houve sim, um fato criminoso que levou a morte da adolescente, mas sem indicativo de feminicídio”.

A adolescente foi morta por asfixia e, apesar do delegado aguardar o laudo da perícia, o marido da vítima relatou que teria aplicado um golpe mata-leão na esposa, não com o intuito de matá-la.

“Conforme apurado, eles tiveram uma discussão na noite passada, onde a mulher teria investido contra ele e o mesmo para poder se defender, como também a uma criança de um ano e quatro meses que era filho da vítima, acabou desferindo alguns golpes e tentou imobilizá-la utilizando a referida técnica”, explicou o delegado Erasmo Bruno de Mello Cubas.

A asfixia entrou em um momento crítico e a vítima morreu antes da chegada do socorro.

“Foram ouvidas algumas testemunhas, entre elas a genitora tanto do autor quanto da vítima. Com base em alguns atestados médicos, pelo jeito a adolescente morta passava por um período de transtorno psiquiátrico", completou o delegado.

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