Diário Digital Moto entregadores de aplicativo realizam manifestação na Capital

Moto entregadores de aplicativo realizam manifestação na Capital

Cerca de 50 moto entregadores de delivery se reuniram nos altos da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, paralisando assim os serviços de aplicativos nesse domingo (4). O ato é uma manifestação pedindo melhorias para a classe trabalhadora, como valor maior repassado por entrega.  A categoria se destacou grandemente durante a pandemia da Covid-19 e prestam […] O post Moto entregadores de aplicativo realizam manifestação na Capital apareceu primeiro em Diário Digital.

Cerca de 50 moto entregadores de delivery se reuniram nos altos da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, paralisando assim os serviços de aplicativos nesse domingo (4). O ato é uma manifestação pedindo melhorias para a classe trabalhadora, como valor maior repassado por entrega. 

A categoria se destacou grandemente durante a pandemia da Covid-19 e prestam serviços para mais de 20 aplicativos disponíveis na Capital. O protesto teve início às 10h30 e deve se estendeu ate às 14h30.

A ideia é desligar o aplicativo e somente retornar a partir da meia-noite e também havia uma previsão de que 200 motoboys participassem da manifestação.

A categoria reivindica aumento da taxa mínima de entrega, principalmente da plataforma Ifood. Mas também constam outros, como:

Disponibilização de dinâmicas em dias atípicos e horários restritos. (chuva, frio e noite/madrugada); Mais promoções em finais de semana e feriados; Pagamento integral das taxas quando a rota tiver dois ou mais pedidos; Taxa de espera no valor integral da rota; Taxa de retorno ao restaurante no valor integral da rota. Pois, a distância da volta é a mesma da ida.

De acordo com a organização do protesto, os motoboys devem sair, em buzinaço, do Parque das Nações Indígenas, percorrendo a Avenida Afonso Pena até a Avenida Calógeras, retornando ao ponto inicial.

Nota do Ifood

Em nota divulgada no site da plataforma Ifood, a empresa informou que está acompanhando a paralisação dos entregadores, respeitando o direito dos manifestantes, mas foi acionado plano para manter operações em funcionamento. Segundo a empresa, as operações continuam normais.

A empresa ainda diz que atendeu quase todas as reivindicações, como taxa mínima de entrega que, embora estabelecida em R$ 5,00, fica em média superior, de R$ 8 a R$ 9.

Por fim, nega que haja sistema de pontuação, faz distribuição de equipamentos de proteção individual como álcool em gel e máscaras reutilizáveis, além de oferecer seguro de vida e roubo.

(Informação Enfoque MS)

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