Diário Digital “Não vamos nem poder fazer velório”, lamentam familiares de Ricardo

“Não vamos nem poder fazer velório”, lamentam familiares de Ricardo

Mesmo sem a possibilidade do reconhecimento imediato do corpo encontrado na manhã desta segunda-feira (10), devido ao estado de decomposição, familiares acreditam se tratar de Ricardo Ventura Barbosa, de 38 anos. A localização do cadáver foi apontada por Luís Ricardo Ferreira dos Santos, 35 anos, que confessou o assassinato e levou a polícia até o […] O post “Não vamos nem poder fazer velório”, lamentam familiares de Ricardo apareceu primeiro em Diário Digital.

Mesmo sem a possibilidade do reconhecimento imediato do corpo encontrado na manhã desta segunda-feira (10), devido ao estado de decomposição, familiares acreditam se tratar de Ricardo Ventura Barbosa, de 38 anos. A localização do cadáver foi apontada por Luís Ricardo Ferreira dos Santos, 35 anos, que confessou o assassinato e levou a polícia até o local na Rua Michel Calarge, no Jardim Colibri.

O homem que diz ter agido sozinho e por vingança se apresentou com uma advogada na DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídio). Segundo apurado pela reportagem, ele afirmou à polícia que teria cometido o crime porque estava sendo ameaçado por Ricardo.

O motivo da “treta” que eles tinham seria uma mulher com quem a vítima se relacionava. O assassino confesso, afirmou que Ricardo ficou com ciúmes da companheira com o amigo e passou a ameaça-lo.

Ricardo Ventura foi visto pela última vez no dia 31 de julho e, ainda conforme Luís, ele ficou escondido com a arma, esperando o amigo chegar em casa para mata-lo, naquela madrugada. O suspeito disse que atirou seis vezes contra a vítima que tentou correr para dentro da casa. Ele então, arrastou o corpo até o quintal, usou um colchão para queimá-lo e antes que o cadáver estivesse totalmente carbonizado, o enterrou à beira do córrego.

Familiares de Ricardo que estavam sem notícias dele há dez dias, não ficaram surpresos com a revelação. Já havia boatos no bairro que ele teria sido assassinado e seu corpo foi jogado às margens do córrego Bálsamo, onde a polícia chegou a fazer buscas no dia 5 de agosto.

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Corpo foi encontrado nos fundos deste terreno na rua Michel Calarge (Divulgação)

“A mãe dele está muito arrasada. Agora, está começando a cair a ficha sobre a morte. É muito difícil e, por enquanto, não vai ter velório ou enterro porque ela não pode nem reconhecer o filho dela. Precisa esperar o DNA”, informou a cunhada de Ricardo a reportagem.

Ainda conforme a parente da vítima que por segurança terá o nome preservado, os familiares estão com medo e não querem vingança, já que conhecem o suposto autor.

Como não houve flagrante ou mandado de prisão em aberto contra Luís Ricardo Ferreira dos Santos, ele foi ouvido e liberado. Conforme apurado, as investigações da DEH continuam em busca de novas provas e a participação de outras pessoas no crime não é descartada.

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