Diário Digital Polícia Civil apura ameaça contra vítima de estupro com participação de advogado

Polícia Civil apura ameaça contra vítima de estupro com participação de advogado

A Polícia Civil apreendeu na manhã desta quarta-feira (5) na casa e no escritório do ex-prefeito de Rio Brilhante, Sidney Foroni, celulares e computadores. Ele é um dos advogados acusados de coagir uma vítima de estupro para seu cliente. Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, na casa e no escritório do advogado. O cliente […] O post Polícia Civil apura ameaça contra vítima de estupro com participação de advogado apareceu primeiro em Diário Digital.

A Polícia Civil apreendeu na manhã desta quarta-feira (5) na casa e no escritório do ex-prefeito de Rio Brilhante, Sidney Foroni, celulares e computadores. Ele é um dos advogados acusados de coagir uma vítima de estupro para seu cliente.

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, na casa e no escritório do advogado. O cliente dele está foragido desde julho, quando ocorreu o estupro, sendo que após o crime o autor acompanhado do filho e de Foroni foram até a casa da vítima e a coagiram com uma arma apontada para a cabeça dela a assinar um documento desmentindo que foi estuprada por Gilson.

O computador do escritório de Foroni, assim como, seu celular foi apreendido para ser analisado, já que o documento redigido para que a vítima assinasse estaria arquivado no computador. O filho de Foroni está preso desde o fim do mês de julho. Já Gilson está foragido e a polícia procura por ele.

A Polícia Civil de Rio Brilhante divulgou uma nota oficial sobre operação desencadeada tendo como alvos advogados em Rio Brilhante. De acordo com a Polícia Civil foram cumpridos mandados judiciais de busca e apreensão contra grupo de advogados, investigados por coagir vítima de violência doméstica

Segundo a nota, "de acordo com as investigações, a vítima que teria sido mantida em cárcere privado, bem como sofrido lesões corporais e estupro por seu ex-namorado que ainda se encontra foragido, foi ameaçada novamente e coagida a alterar a versão que apresentou, no momento em que comunicou os fatos. Por medo, a vítima teria, inclusive, assinado sem ler, uma procuração a um advogado e uma petição dizendo que teria sido pressionada pelos policiais e seus familiares a mentir".

Ainda de acordo com a nota oficial "a equipe de investigação, percebendo tal situação, conseguiu oferecer o suporte a vítima e seus familiares para que a vítima se sentisse novamente acolhida e comunicasse as novas ameaças sofridas. Com os elementos colhidos, foram representadas pelas medidas de busca e apreensão em desfavor dos advogados, que tinham como objetivo angariar mais elementos que corroborassem a coação no curso das investigação e o conluio entre os advogados".

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