Diário Digital Quase um ano depois, caso de jovem encontrado morto no Inferninho tem reviravolta e dois são presos

Quase um ano depois, caso de jovem encontrado morto no Inferninho tem reviravolta e dois são presos

A poucos dias de completar um ano do assassinato de Gleison da Silva Abreu, 25 anos, encontrado morto na Cachoeira do Inferninho, no dia 1 º de maio de 2020, dois homens foram presos na manhã desta segunda-feira (26), durante cumprimento de mandado por policiais da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios), […] O post Quase um ano depois, caso de jovem encontrado morto no Inferninho tem reviravolta e dois são presos apareceu primeiro em Diário Digital.

A poucos dias de completar um ano do assassinato de Gleison da Silva Abreu, 25 anos, encontrado morto na Cachoeira do Inferninho, no dia 1 º de maio de 2020, dois homens foram presos na manhã desta segunda-feira (26), durante cumprimento de mandado por policiais da DEH (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios), com apoio do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros).

Agnaldo Freire Mariz, 50 anos, foi localizado em casa, no Bairro Portal Caiobá. Ele é suspeito de envolvimento no assassinato de Gleison, junto com o cunhado dele, Leandro Pereira Florenciano, 38 anos, que também foi preso nesta manhã. Os dois foram alvos de mandados de prisão temporária expedidos pela justiça que tinham sido representados pela delegacia especializada.

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Leandro Pereira Florenciano, 38 anos, e Agnaldo Freire Mariz, 50 anos, estão presos temporariamente pelo assassinato (Reprodução/Facebook)

Leandro cursava direito com a vítima e o vínculo entre os dois levou a polícia a suspeitar da participação na morte do colega.  O delegado titular da DEH, Carlos Delano, preferiu não divulgar detalhes sobre as investigações. Porém, segundo apurado, há indícios de que a morte de Gleison foi motivada por uma dívida financeira.

Leandro teria feito uma proposta de negócio para que o colega de curso investisse dinheiro. Gleison, conforme relato de pessoas próximas, era um jovem trabalhador, estudioso e sonhava em morar fora do país. Enganado, ele colocou dinheiro no suposto negócio com a promessa de devolução.  

Algo que não aconteceu. A suspeita é que Leandro, sem ter o dinheiro para devolver, tenha matado o colega com a ajuda do cunhado.

Agnaldo que é casado com a irmã de Leandro, foi visto com o cunhado no dia do crime. Ele já era monitorado por tornozeleira eletrônica antes da prisão pelo homicídio e tem passagens por crimes como tráfico de drogas e roubo. Durante cumprimento do mandado de prisão temporária, os policiais apreenderam um tablete de maconha na casa dele e um simulacro, ou seja, uma arma falsa.

A prisão temporária é válida por 30 dias. O inquérito ainda não foi encerrado.

Momento em que Agnaldo Freire chega preso a Delegacia de Homicídios (Imagens: Ana Lívia Tavares)

Morte por asfixia – O corpo de Gleison da Silva Abreu, 25 anos, foi encontrado na Cachoeira do Inferninho, na saída para Rochedo, em Campo Grande, no dia 1º de maio de 2020, por um grupo que fazia rapel.

Ele estava de bruços, vestido com short  e camiseta e sem sapatos. O corpo foi jogado de uma altura de cerca de 30 metros e a causa da morte foi asfixia, de acordo com laudos do IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal).

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Gleison da Silva Abreu, 25 anos, foi morto asfixiado (Reprodução/Facebook)

Gleison saiu de casa de moto, no dia 30 de abril do ano passado, por volta das 9h da manhã. À tarde, ele foi visto conversando com dois homens no Bairro Nova Lima e, segundo testemunhas, estava sem o veículo. No dia seguinte, a família procurou a polícia para registrar o desaparecimento e soube do corpo encontrado no Inferninho. 

A moto do jovem, uma Titan 160, foi desmontada e o que restou dela foi abandonado na Vila Nasser.

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