Diário Digital “Tio Patinhas” confessa assassinato de dono de conveniência no Zé Pereira

“Tio Patinhas” confessa assassinato de dono de conveniência no Zé Pereira

Conhecido como “Tio Patinhas”, o rapaz de 20 anos que confessou ter matado na madrugada de ontem (21), o dono de uma conveniência, Eudes Fonseca Vieira, 54 anos, no Bairro Jardim Zé Pereira, em Campo Grande, esteve na tarde desta terça-feira (22) na 7ª DP (Delegacia de Polícia) para prestar depoimento. Apesar da confissão, ele […] O post “Tio Patinhas” confessa assassinato de dono de conveniência no Zé Pereira apareceu primeiro em Diário Digital.

Conhecido como “Tio Patinhas”, o rapaz de 20 anos que confessou ter matado na madrugada de ontem (21), o dono de uma conveniência, Eudes Fonseca Vieira, 54 anos, no Bairro Jardim Zé Pereira, em Campo Grande, esteve na tarde desta terça-feira (22) na 7ª DP (Delegacia de Polícia) para prestar depoimento. Apesar da confissão, ele foi ouvido e liberado.

O rapaz foi localizado pela polícia na casa da mãe, no Bairro Tiradentes, e confessou o homicídio. Ele aceitou ir até a DP para prestar depoimento na presença de um advogado.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Dmitri Erik Palermo, o rapaz disse em depoimento que por volta das 2 horas da madrugada foi até a conveniência e teria sido mal atendido pela vítima. Ainda conforme o autor, os dois começaram a discutir e o dono da conveniência teria dado um soco nele e mostrado uma arma.

“Tio Patinhas” foi até a casa da avó que mora a algumas quadras da conveniência, pegou uma arma artesanal que tinha e voltou ao estabelecimento. Foi neste momento que, segundo o autor, ele disparou contra a vítima que mesmo depois de ferida teria atirado de volta, antes de morrer.

No caminho da fuga, o rapaz disse que se desfez da arma e a jogou em uma área de mata, na Rua Sagarana. No local do crime, a perícia não localizou nenhuma arma que, supostamente, seria da vítima.

Inicialmente, testemunhas disseram que o dono da conveniência teria sido morto por uma discussão causada pela compra de uma caixa de cerveja porque o autor não tinha o dinheiro suficiente para pagar e se irritou com a recusa do comerciante em vender.

O advogado do rapaz que, inclusive, está em prisão domiciliar por tráfico de drogas, negou a reportagem que o crime teve essa motivação e explicou que a vítima e o cliente dele tinham uma “rixa” anterior aos fatos.  “Muito se falou em briga por preço, mas existem situações que vão ser esclarecidas”, afirmou Reinaldo dos Santos Monteiro.

Por não estar em situação de flagrante, o rapaz foi liberado. “Ele foi interrogado e, agora, para o inquérito aguardamos a chegada dos laudos periciais, oitivas de testemunhas e vamos encaminhar para o judiciário”, explicou o delegado Dmitri.

Como ele estava em prisão domiciliar, o crime de homicídio vai ser relatado a justiça que irá analisar se o rapaz volta para o regime fechado.

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