Folha Vitória Aplicativo mostra que venda de produtos para gravidez e ovulação aumenta 24%

Aplicativo mostra que venda de produtos para gravidez e ovulação aumenta 24%

Estudo mostra que a classe de produtos teve aumento expressivo de maio a julho, na comparação com o mesmo período do ano passado

Folha Vitória
Foto: Divulgação
Folha Vitória

Folha Vitória

Folha Vitória

Ter filhos é um sonho para muitas pessoas. Muitas vezes, tão grande e forte que supera todas as adversidades: até mesmo a chegada de uma pandemia. É o que mostra um estudo conduzido recentemente pelo Farmácias APP, aplicativo de vendas online de saúde e beleza, ao constatar que o faturamento com a venda de produtos para gravidez e ovulação aumentou 24% entre maio e julho deste ano. A comparação é feita tomando como base o mesmo período do ano passado e contempla vendas realizadas no varejo farmacêutico nos canais físicos e online.

“Observamos um aumento significativo dessa categoria e ficamos surpresos. Vamos acompanhar como esses índices se mantêm com a melhora das perspectivas sociais e da chegada da vacina. Acreditamos que esses fatores devem impulsionar a indústria cada vez mais”, afirma Renata Morais, coordenadora de marketing da companhia.

Mas, e quanto aos que não querem filhos agora? Ainda de acordo com o estudo, a busca por contraceptivos registrou aumento no período, porém em menor grau quando comparada aos medicamentos para ovulação.

De acordo com os dados, a classe de contraceptivos hormonais sistêmicos (anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte etc.) registrou aumento de 12% no faturamento com as vendas no período. Ao mesmo tempo, a classe que reúne preservativos e lubrificantes íntimos cresceu 8%, comparada ao mesmo período de 2019.

“Acreditamos que o isolamento social exerce uma função muito importante aqui. Com mais pessoas mantendo relações à distância, é possível entender o crescimento sutil dessas categorias em relação a períodos anteriores. De toda forma, é sempre válido ressaltar o uso de preservativos ao manter relações, não somente para evitar gravidezes, mas também infecções sexualmente transmissíveis”, finaliza Renata.

Últimas