Folha Vitória Câncer de pele representa 27% de todos os casos malignos no Brasil, aponta o INCA

Câncer de pele representa 27% de todos os casos malignos no Brasil, aponta o INCA

Especialistas ressaltam que é preciso ficar atento a alguns sinais que podem surgir

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Foto: Andrey Popov
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Na próxima quinta-feira (04), é celebrado o Dia Mundial de Combate ao Câncer. A data serve como alerta para os sintomas que podem surgir. Segundo levantamento do Instituto Nacional de Câncer (INCA), os casos de câncer de pele representa 27% de todos os malignos registrados no Brasil.

Alguns sinais, conhecidos como ABCDE servem como alertas. São eles: Assimetria: quando uma parte da lesão é diferente da outra; Borda: irregularidades no contorno; Cor: cores diferentes na mesma pinta ou lesão; Diâmetro: quando for maior de 6 milímetros; e Evolução: perceber se a lesão apresenta crescimento, muda de formato ou cor.

Feridas que não cicatrizam depois de três semanas ou que sangram facilmente também devem ser investigadas A dermatologista Luciana Malzoni Langhi explica que há diversos tipos de câncer de pele. "Os três mais comuns no Brasil são: carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma, sendo esse último o mais grave, com risco de desenvolver metástase e podendo levar o paciente a óbito", ressaltou. 

Câncer de Mama

Em 2020, a incidência estimada do câncer de mama em mulheres foi de cerca de 66 mil novos casos. A doença assusta muitas mulheres por seus impactos na saúde e na estética. 

O médico cirurgião Fernando Amato explica que, antes de se preocupar com o tratamento oncológico e com a possibilidade de retirada da mama, é preciso entender o quadro clínico do paciente. 

"Antes de tudo é preciso analisar o tratamento oncológico proposto, já que nem sempre a reconstrução da mama com prótese de silicone pode ser realizada de imediato, principalmente, nos casos em que se retira muita pele ou mesmo precedem um tratamento complementar com radioterapia", explicou. 

A mastologista Priscila Beatriz Oliveros dos Santos ressalta que o procedimento de reconstrução da mama pode ser realizado pelo SUS. "É um direito da mulher ter a mama reconstruída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e pelos planos de saúde no Brasil, assim como a cirurgia plástica da mama oposta para simetrização e harmonização. A reconstrução, imediata ou tardia deve ser individualizada, respeitando tanto o desejo da paciente como as condições clínicas e tratamento aos quais será submetida", conclui. 

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