Folha Vitória Casagrande faz pedido de 4 milhões de doses da vacina Butanvac para o ES

Casagrande faz pedido de 4 milhões de doses da vacina Butanvac para o ES

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (22) durante evento realizado pelo Governo de São Paulo para oficializar o repasse de vacinas da Coronavac a estados

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Foto: Reprodução/Instagram
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O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, anunciou que o Estado fez o pedido de reserva de 4 milhões de doses da vacina Butanvac, produzida pelo Instituto Butantan.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (22) durante evento que formalizou o repasse das vacinas da Coronavac ao Estado feito pelo Governo de São Paulo e pelo Instituto Butantan.

"Assim que tiver a aprovação pela Anvisa do uso emergencial vamos adquirir também, caso seja necessário. Vamos precisar continuar vacinando os brasileiros, por isso é importante essa produção", afirmou.

O Espírito Santo adquiriu 500 mil doses da vacina Coronavac. Cerca de 200 mil já chegaram ao Estado no último sábado (18) e o restante deve ser recebido ainda nesta semana, de acordo com o governador.

"Isso vai permitir que a gente aplique a 1ª e 2ª dose em toda a população acima de 18 anos. Também vai permitir o uso da vacina da Pfizer em adolescentes e da Astrazeneca como dose de reforço para idosos. Vamos conseguir avançar na aplicação de pelo menos uma dose na população capixaba acima de 12 anos", disse Casagrande.

Estudo em crianças

Ainda durante a cerimônia, Casagrande colocou o Espírito Santo à disposição para ser parceiro em um estudo da Butanvac em crianças de 3 a 11 anos. Ainda não há detalhes de quando e como esse estudo será feito.

O diretor do Instituto Butantan falou sobre os estudos feitos com a vacina. "Estamos otimistas com a vacina. Apresentou resultados de imunogenicidade superior as vacinas que estão sendo usadas atualmente. É uma esperança de que possamos ter uma vacina barata produzida no Butantan. Neste momento, temos mais de 10 milhões de doses produzidas aguardando o desfecho dos estudos clínicos", explicou Covas.

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